Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Angola. Mostrar todas as mensagens

domingo, 20 de dezembro de 2009

É global…



O desenvolvimento de Angola através dos séculos esteve sempre condicionado pelos problemas endógenos da sociedade portuguesa.
Pelos vistos, décadas após a independência aquele país africano continua a usufruir das “virtudes” da potência colonizadora. Qual papel químico.
O povo tem o nível de vida que se sabe mas o país tem estádios de futebol novinhos em folha, a estrear, pós modernos e tudo. Derivado da realização do CAN. Após o que, nem devem saber o que lhes hão-de fazer.
E lá como cá, além da institucionalização da corrupção, também a banca progride. Segundo o jornal on-line “O País”, em 2008 os lucros desses especuladores aumentaram 98%. É obra!!!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Portugal precursor



Portugal numa das suas originalidades já tem seguidores. Aos cursos de engenharia ministrados aos Domingos no nosso país, a Noruega responde agora com cursos, muito possivelmente intensivos, bastante mesmo, em Antropologia Social. E se não for só aos domingos devem alargá-los ao fim-de-semana.
É o que se pode deduzir de um trabalho da norueguesa Unni Skogen sobre a cultura Chokwe, um povo do nordeste de Angola.
Se em Portugal a domingueira licenciatura não causou vítimas, desta vez foram os etnólogos e antropólogos José Redinha e Mário Fontinha.
Mas o melhor é lerem a história toda aqui. Seria engraçada, se não fosse...


A imagem: a mais famosa e uma das mais belas estatuetas angolanas. "O Pensador", de origem chokwe, é uma referência e um símbolo da cultura angolana.
Representa um idoso, homem ou mulher, que personifica a sabedoria e o conhecimento da vida.
Feita geralmente em madeira, é uma popular peça de artesanato, como o Zé Povinho em Portugal ou o John Bull em Inglaterra.
Ao artista desconhecido, seu autor, um outro etnólogo, o também romancista Henrique Abranches, dedicou este poema.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

“Dia Nacional da Consciência Negra”, no Brasil


"Preservar a memória é uma das formas de construir a história. É pela disputa dessa memória, dessa história, que nos últimos 32 anos se comemora no dia 20 de Novembro, o “Dia Nacional da Consciência Negra”. Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares, que se transformou em um grande ícone da resistência negra ao escravismo e da luta pela liberdade. Para o historiador Flávio Gomes, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a escolha do 20 de Novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: “os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse”.

In "Balaio Porreta 1986"



Sinceridade

sou sincero
eu gostava de ser negro
gostava de ser um joe louis, um louis armstrong
um harrisson dillard, um jess owens,
um leopold senghor, um aimé cesaire, um diopp
gostava de ritmar
de dançar como um negro.

sou sincero
eu gostava de ser negro
vivendo no harlem,
nas plantações do sul
trabalhando nas minas do rand
cantando ao luar da massangarála
ou nas favelas da baía.
eu gostava de ser negro.

e sou sincero...


Ernesto Lara Filho (poeta angolano)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Empresas portuguesas lideram em Angola

A noticia não é muito surpreendente, uma vez que cá na Europa, no ano nono do século XXI, são frequentes as que nos informam que trabalhadores portugueses são escravizados e explorados seja em Espanha, Inglaterra ou Holanda. E que a maioria dos empresários é portuguesa.
Desta vez, em Angola, um encontro de sindicalistas do ramo da construção e habitação concluiu que os empresários portugueses lideram as violações aos direitos dos trabalhadores, segundo uma reportagem no jornal on-line AngoNotícias. Nas violações constam o não cumprimento da Lei Geral do Trabalho e da Lei Sindical. Numa palavra, e em português mais vernáculo, exploraram até mais não, e pelos vistos, com a passividade e consentimento do governo angolano.
Albano Calei, secretário-geral do Sindicato da Construção de Benguela, onde as empresas portuguesas são as maiores empregadoras, afirma que estas têm dificuldade em aceitar a constituição de comissões sindicais e chama a atenção para atitudes prepotentes evidenciadas por muitos gestores.
Se a liberdade sindical em Portugal está a ser coarctada não admirará muito. Bem, em Angola também não, mas nunca pensei que o governo, dito do MPLA, fosse…, quero dizer, que se pusesse a jeito para um outro modelo de colonialismo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Angola: Prémio Nacional de Cultura e Artes


O escritor, jornalista, professor e publicitário angolano João Melo, de quem já aqui publicamos uma crónica sobre a chegada da Gripe A a Portugal, venceu o Prémio Nacional de Cultura e Artes-2009, na disciplina de literatura. É a mais alta distinção do estado angolano, atribuído pelo Ministério da Cultura.
Na música o contemplado foi Carlos Burity.
Estes prémios são de periodicidade anual e contemplam as artes plásticas, cinema, teatro, dança e investigação em ciências humanas.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

11 de Novembro: valeu a pena?

Angola celebra hoje o 34º aniversário da sua independência. Apesar do alto preço que o povo angolano teve de pagar, duas longas guerras, claro que valeu a pena. Mas é sempre bom recordarmos, e termos presentes, as palavras recentes de Luandino Vieira:
“Ainda hoje acredito que é possível aquilo com que sonhávamos. Aprendi no Tarrafal que nem que dure 50 anos, 60 anos, a situação actual é apenas um desviozinho no curso da História. Claro que gostava de ver tudo isso em vida minha…”
Mas como também é dia de festa, recordemos uma das grandes vozes de Angola, Lourdes Van-Dunen, acompanhada pela banda N'Gola Ritmos, fundada por Liceu Vieira Dias, nacionalista e um dos grandes símbolos da música popular angolana.

domingo, 20 de setembro de 2009

Morreu Costa Andrade


O deputado e poeta angolano Fernando Costa Andrade faleceu na última sexta-feira em Lisboa, aos 73 anos.
Poeta, ficcionista, ensaísta e pintor, tendo estudado arquitectura, foi também membro fundador da União de Escritores Angolanos.
Nacionalista, foi comandante da guerrilha na Frente Leste nos anos 60 e 70. Com vários pseudónimos literários, como guerrilheiro ficou conhecido por comandante Ndunduma Wé Lépi.
É uma perda irreparável para a Cultura angolana.



Confiança


olha amor estas anharas
nelas renasce
o verde forte
do capim…


olha e escuta a vida
a borbulhar
sob a imensa sensação
de sermos nós


olha amor
e solta enfim
o brado da certeza
que não é crime
o grito à vida
e ao amor que se adivinha.


olha amor estas anharas
renasce verde
o capim da terra grávida
de bocas saciadas.


olha amor escuta
esta imensa sensação
de sermos Nós.

sábado, 15 de agosto de 2009

Campeeeeeeeooooooões!!!!!

Afrobasket/09


O 10º título já cá canta. Grande final. Difícil, sofrida, mas a vitória é nossa
Angola, 82 - Costa do Marfim, 72

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Afrobasket: Angola na final

Joaquim Gomes, "Kikas", o MVP do Afro


Angola acaba de vencer a Tunísia (79-69) na meia-final do Campeonato Africano de Basket que se disputa na Líbia. Joga amanhã a final com o vencedor da outra meia, que se disputa dentro de momentos entre os Camarões e a Costa do Marfim.
O ex-treinador do San António Spurs, da NBA, John Lucas, actual seleccionador da Nigéria, considerou em declarações à Angop, Angola a melhor selecção que está a disputar o torneio.
Nos quartos de final houve o que se pode considerar duas surpresas: as derrotas da Nigéria e do Mali, duas das principais equipas, frente, respectivamente, aos Camarões e à Tunísia.
Para os angolanos tanto faz, o que vier à rede é peixe. A taça não foge.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Afrobasket: Angola nos “quartos”


Após mais 3 vitórias nos oitavos de final (Líbia 91-58, Costa do Marfim 88-61 e Nigéria 93-85), Angola, com 6 vitórias, é a única equipa ainda invicta.
Será curioso, ou talvez não, que o Campeonato Africano de Basket, um importante evento do calendário mundial da modalidade, passe totalmente despercebido na imprensa portuguesa, seja desportiva seja outra qualquer. E porque, quanto mais não fosse, estão presentes nesta edição 3 países lusófonos, um dos quais é o 12º do ranking mundial e principal favorito à vitória. Mais um porque: o treinador dos “palancas negras” é o português Luís Magalhães. Mas a imprensa é o reflexo daquilo que somos, e somos aquilo que queremos ser. Em contrapartida somos um povo que conhece muito bem um tal de Afonso Alves ou um tal de Reys, homens valorosos, personalidades distintíssimas que já foram manchete em Portugal. E que podem tornar a ser, nunca se sabe.
Angola defronta, às 13h00 de Lisboa, a República Centro Africana, país que está ex-aequo com Portugal na 45ª posição do ranking da FIBA.
O jogo é transmitido em directo pela TPA, na televisão por cabo.
Adenda: Angola, 84 - Centro Africana, 63. O próximo cliente, já amanhã nas meias-finais, é a Tunísia.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Angola: um país adiado (croniqueta nacionalista)

Este excelente artigo de Fernando Samuel no blogue “Cravo de Abril” obriga-me a algumas reflexões. Primeiro, porque tive a oportunidade de ver o que ele reporta, via tv, mais concretamente via TPA, a televisão de Angola que passa agora no cabo.
O noticiário das 7 horas da manhã daquele canal ocupou muito perto de vinte minutos com a visita da senhora. Considerei uma chafurdice.
Segundo, porque algumas das anotações feitas pelo referido escriba já eu, por várias vezes, as fiz aqui neste espaço.
O que ressalta é o desplante da senhora Clinton falar de direitos humanos num país completamente dominado pelo seu, onde conseguiu impor um capitalismo selvagem à imagem da América. Só pode mesmo soar a hipocrisia, porque quem está instalado no poder em Luanda sabe muito bem que está de pedra e cal. O que me fez, também, recordar um livro de Manuel dos Santos Lima, “Os anões e os mendigos”.
Como eu escrevi há tempos, neste mesmo blogue, a paz teve para o povo angolano um preço muito alto, que ele não mereceu pagar. Porque a guerra foi imposta.
Do MPLA, eu reclamo-me. Mas deste, estamos conversados. Deste, há muito que perdi as esperanças. Ainda estávamos em guerra e aconteceu o que eu pensava impossível: o MPLA participou numa reunião, como observador, da internacional socialista. O que significa, tout court, que o MPLA aderiu ao império. Na mesma altura, um poeta, nacionalista e ex-chefe de guerrilha, era preso.
Muitos nacionalistas angolanos deram a vida, primeiro contra o regime colonial, depois numa guerra contra o imperialismo. E este acabou por vencer. Mas não é, não pode ser, o fim da história.
Lembro-me que tinha doze anos, e deliciava-me nas praias de Luanda, e apreciava os belos, inacreditáveis e únicos fins de tarde. Não me passava pela cabeça que um outro nacionalista, o poeta António Cardoso, numa cela do Tarrafal, na cela disciplinar, melhor dizendo, aliás onde escreveu muitos dos seus poemas, escrevia estes versos:



Pôr-do sol, em Luanda...
Nesta hora cresce o sol sobre a fortaleza
E paira na cidade mágica beleza
Até a noite se vestir de escuridão…
E sobe o Povo, exausto, leitos de alcatrão,
A caminho de seus musseques-prisões,
Com um resto secreto arfando nos corações…

Não, não chegamos ao fim da história. Faço minhas estas palavras de Luandino Vieira. Apesar de tudo, acho que nunca se luta em vão.

domingo, 9 de agosto de 2009

Afrobaket 09: Angola procura 10ª vitória

Angola-Mali


Angola disputa este fim de tarde com a Líbia o primeiro encontro da segunda fase do campeonato africano que se disputa nas cidades de Tripoli e Bengazi, daquele pais. O jogo é transmitido pela TPA às 18h00 e pode ser visto na tv por cabo.
Depois de uma primeira fase com vitórias sobre o Mali (79-74), Egipto (79-69) e Moçambique (93-50) os angolanos, recordistas de vitórias na prova, são naturalmente os favoritos e têm vindo a crescer de jogo para jogo. Com excepção da primeira parte do jogo com o Egipto, em que repetiram a fraca exibição que fizeram frente a Portugal nos Jogos da Lusofonia. Foi assim a modos de palancas negras a fazerem figura de urso.
A primeira das 9 vitórias de Angola na prova aconteceu em 1989 e, desde então, só em 1997 não ficou no lugar mais alto do pódio, ficando com a medalha de bronze.
Mas, com a arrogância própria dos angolanos, como diz a Kianda, arrogância essa divertida, acrescento eu, lá vou dizendo que o Afro está no papo.
Aqui deixo uma novidade da FIBA: um excelente e completo site sobre a prova.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Angola no G-8



O convite que Angola recebeu para estar presente na reunião dos países mais industrializados e desenvolvidos economicamente, mais conhecido por G-8, é algo que me deixa estupefacto. Claro que são consequências da globalização e um prémio por o país ter entrado nesse “harmonioso concerto”.
Mas, também claro que há experts, comentadores especializados, que dirão, de uma maneira muito politicamente correcta, que as razões desse convite são a presidência da OPEP que o país ocupa e o facto de ter havido eleições livres. E acrescentam ainda estar o país no caminho de uma estabilidade macroeconómica com os últimos níveis de crescimento verificados. E um dos temas da reunião é o combate à pobreza.
Sempre pensei, talvez por ser muito politicamente incorrecto, ou politicamente imbecil, que o desenvolvimento económico era indissociável do desenvolvimento social. Mas afinal estava enganado. E de moto próprio quero continuar enganado.
Porque notícias recentes dizem-me que morrem crianças de sub-nutrição em Angola. E se a classe política daquele colosso africano dispensasse 10% do seu salário mensal a fome seria erradicada em Angola em poucas semanas ou meses. Para só falar neste flagelo, é suficiente.
Embora fique a saber que o desenvolvimento de um país se mede pela conta bancária dos seus governantes e dirigentes, prefiro continuar a elaborar no erro.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Uíge



Uíge, a capital do café, no norte de Angola, festeja hoje 92 anos. Entre as iniciativas culturais está agendada uma sessão de autógrafos na Feira do livro com 3 dos maiores nomes da literatura angolana: Luandino Vieira, Pepetela e Manuel Rui.
Cidade sofrida, palco de avassaladoras e absurdas guerras, respira hoje a paz que o seu povo sempre mereceu. Mas como a perfeição não existe ainda há contratempos: os dirigentes políticos que lá temos são como os de cá, moral e intelectualmente indigentes.
Foi aí, que há 51 anos vi a luz do dia.
Aqui vai o programa das Festas da Cidade.

domingo, 21 de junho de 2009

Um estranho e lindo rio...


Já imaginou um rio a desaguar num deserto? Então não imagine. O rio Cuango, que nasce no sul de Angola, desagua no deserto do Kalaári. E em delta. Pode ver aqui.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Parabéns, Luandino


Nacionalista angolano, José Vieira Mateus da Graça, nasceu em 1935, a 4 de Maio, na Lagoa do Furadouro, Vila Nova de Ourém, Portugal. Preso pela PIDE por várias vezes, uma das quais cumpriu pena, 14 anos, no Tarrafal. É um dos mais conceituados escritores angolanos e um dos nomes grandes da literatura de língua portuguesa.
Em 1965 a Sociedade Portuguesa de Autores atribui-lhe o grande prémio Camilo Castelo Branco, o que levou a Pide a desmantelar a sociedade.
Em 2006 venceu o Prémio Camões, o maior galardão literário para a língua portuguesa, que rejeitou por motivos “íntimos e pessoais”.
Romancista, novelista, poeta, tradutor. Traduziu para português a célebre obra de Anthony Burguess, “Laranja Mecânica”. Escreveu, entre outras obras, “Nós, os do Makulusu”, “No antigamente, na vida”, “Luuanda”, “João Vêncio: os seus amores” ou “A cidade e a infância”.
Foi secretário geral da União dos Escritores Angolanos (membro fundador) e secretário geral adjunto da Associação dos Escritores Afroasiáticos.
Pelo enriquecimento que trouxe à língua portuguesa, pela recriação da linguagem oral, penso que é um sério candidato ao Prémio Nobel.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

"O sonho comanda a vida", disse um poeta


“Ainda hoje acredito que é possível aquilo com que sonhávamos.
Aprendi no Tarrafal que nem que dure 50 anos, 60 anos, a situação actual é apenas um desviozinho no curso da História. Claro que gostava de ver tudo isso em vida minha…”


Luandino Vieira, 2009.05.01, jornal O Público, entrevista de Alexandra Lucas Coelho

terça-feira, 14 de abril de 2009

14 de Abril – Dia da Juventude Angolana

Homenagem a Hoji-ia-Henda

Peito ao vento
na anhara em chamas
Hoji valente
de coração Henda
braço e arma
um só

Nem o leão ousado
ruge mais:
no troar dos passos
Hoji Comandante
de coração Henda
o ritmo de combate

Peito ao vento
na anhara em chamas
Hoji Camarada
em teus olhos Henda
um fulgor canta


Jofre Rocha (poeta angolano)


No dia 14 de Abril de 1968, José Mendes de Carvalho, de 27 anos, era morto em combate contra o exército colonial português. Em Karipande, no Leste. Era o lendário Comandante Hoji-Ia-Henda.
Considerado um herói do povo angolano, a I Assembleia da III Região Militar do MPLA passou a considerar, a 23 de Março de 1969, este dia como o Dia da Juventude Angolana.
Há uns anos, algumas associações juvenis filiadas no Conselho Nacional da Juventude determinaram que o dia 14 de Abril continuaria a ser o Dia Nacional da Juventude Angolana.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

As Pedras Negras





As Pedras Negras de Pungo Andongo, Malange, em Angola, é um belo recanto nomeado para as 7 novas maravilhas naturais do mundo.
Na primeira foto podem-se ver umas pedras conhecidas por "Cabeça da velha".
Na segunda, a pequena aldeia de Pungo Andongo, mais conhecida por Pedras Negras, onde vivem 16 pessoas.