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terça-feira, 28 de abril de 2009

Com papas e bolos…

Cartoon de Fernando Campos

Não fora alguns bloggers figueirenses terem parodiado, magistralmente diga-se, a próxima elevação a vila de algumas localidades cá da paróquia, e eu teria também, acompanhando a mudança de visual aqui desta humilde aldeia, mudado o nome para “vila olímpica”. É que, em boa verdade se diga, elevar a vila freguesias urbanas que se confundem com a cidade não lembrava a ninguém. Só por mera estratégia eleitoralista, mas, em boa verdade se diga também, tem tanto de provinciana como de populista.
Isto tudo para dizer que me chegou ao conhecimento de que numa assembleia de freguesia de uma das “aldeias” em questão, um dos eleitos perguntou ao presidente da junta que benefícios viriam para a localidade com a mediática elevação. Com a resposta obtida o dito eleito ficou a saber o mesmo, e o mesmo é dizer que não haverá benefícios nenhuns.
Vai daí, até que pode surtir o efeito desejado… nunca se sabe, pois o povo é sereno!
Na foto aí em baixo pode-se ver uma das nóveis vilas, Tavarede, em primeiro plano.


domingo, 12 de abril de 2009

Sete maravilhas, Dois artistas, e um comissário

Entre os portugueses depressivos e neurasténicos, o artista Fernando Campos encontrou, aqui, um fora-de-série.
É exactamente o mesmo que preside à comissão das “7 Maravilhas Que Certos e Determinados Portugueses Mandaram Outros Fazer”, cujas,
aqui, o artista Pedro Penilo colocou à votação.
Eu já votei mas não revelo em qual. Longe de mim querer influenciar alguém. E, além disso o voto é secreto.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O cartoon e a censura no capitalismo “democrático”


O cartoon acima foi um dos muitos que foram censurados no “New York Times”. A razão foi por ser uma “desnudez inaceitável”. Tratava-se de uma ilustração para um artigo sobre estética. O autor, Jugoslav Vlahovic, de Belgrado, ficou escandalizado. “Faço desenhos como esse o tempo todo neste país comunista”.
Acaba de ser publicado um livro com algumas centenas de trabalhos de credenciados cartoonistas que foram censurados no jornal, por razões bizarras e por vezes risíveis.
Pode deliciar-se aqui, quer com os desenhos quer com as razões pelas quais…

quinta-feira, 5 de março de 2009

Da utilidade da arte

Sempre fui dos que entenderam que a Arte não é só uma mera forma de expressão, de representação pura e simples da realidade. Possui também uma componente funcional, acompanhando sempre a evolução da sociedade onde está inserida. Ora, acabo de ter uma experiência de como a arte também tem um lado didáctico.
Experiência com dois casos relacionados com o grande e empolgante comício em que se transforma sempre um congresso de qualquer partido burguês que se preze.
O primeiro foi o congresso em si mesmo. Confesso que não percebi rien de rien do que eles andavam ali a fazer, por muita atenção que prestasse às televisões. Não falavam de coisa nenhuma importante e que dissesse respeito à grande maioria das pessoas, coisas como o código de trabalho, o emprego precário, os baixos salários, as pensões ridículas, a desvalorização do trabalho, a corrupção que por aí grassa, das Pontes galantes, dos freeports... etc, pois nunca mais daqui sairia. Teríamos de passar pelos problemas na Saúde, na Educação...
Foi então que um excelentíssimo cartoonista me fez um resumo do dito congresso, bastante sintetizado diga-se de passagem, mas que deu à vontade para eu perceber o que então se tinha passado. Foi Henrique Monteiro, a quem deixo os meus sinceros agradecimentos. Ora, aqui está:



Bem, continuemos para bi…, desculpem, continuemos para o segundo caso:
José Sócrates, o actual primeiro-ministro, diz que decidiu recandidatar-se para “travar um combate decisivo pela decência na vida democrática”. Fiquei perplexo como, aliás, qualquer um de vocês. É que nem sabia se havia de rir se de chorar. A minha sorte é que apareceu um outro excelentíssimo cartoonista que me elucidou sobre tal questão, pois de política, como já deixei a entender, não percebo patavina. O cartoon, que vai já a seguir, da autoria de Fernando Campos, até tem um link para o caso de não entendermos muito bem a figura de estilo.

Ver aqui o que diz a este respeito a Gramática de língua Portuguesa

E pronto. Fiquei elucidado, mas também fiquei um pouco estarrecido, pois isto de imitar o grande poeta deve trazer água no bico. Se o hábito se tornar rotineiro o meu medo irá intensificar-se. Como se sabe o grande poeta era derramadinho para andar à traulitada por dá cá aquela palha.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Um código todo xuxa

Entra hoje em vigor mais uma das anomalias do governo “ps”: O famigerado Código de Trabalho, que, pelas noticias que se ouvem, não agrada nem a gregos nem a troianos, que é como quem diz, nem ao patronato nem aos sindicatos.
Claro que nestas coisas alguns queixam-se com, como se costuma dizer, de barriga cheia. É o caso do patronato reaccionário, desculpem o pleonasmo, pois não se conhece dele progressista, como costuma dizer o meu camarada Augusto Alberto, “um patrão é um patrão, seja aqui seja no Japão”.
Queixa-se então o patronato, também é preciso não ter vergonha nenhuma para tal, que vai pagar mais por cada empregado. Mas o Código dá-lhe a solução, permitindo-lhe despedir a torto e a direito, basta-lhe querer. Esta é uma das muitas facetas terríveis do famigerado, ataca a segurança no emprego, aumenta a carga laboral sem contrapartidas, aumenta o trabalho precário, aumenta o desemprego, atacando também a contratação colectiva, um dos direitos fundamentais do trabalho digno numa sociedade civilizada.
Outro dos que “têm” queixas do código é uma agremiação que se intitula central sindical. Falo da UGT, que nada fez contra este código de trabalho ou contra outro qualquer. E mais, o seu secretário-geral é dirigente nacional do “ps”. Mais fez o próprio “ps” contra o código de Bagão Félix, como pode ver aqui, código esse que acaba de agravar. Estamos perante uma comandita de hipócritas.
Hoje é mais um dia negro da história desta “democracia”. Considero que a entrada em vigor deste código de trabalho é um recuo civilizacional.



O cartoon de Fernando Campos, com a devida vénia

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

8 de Janeiro, dia de manif


"Estamos precisamente a assegurarmo-nos de que outro palestiniano não quer lançar rockets sobre nós"

Cartoon do norte-americano Signe Wilkinson, vencedor do Prémio Pulitzer
retirado daqui

domingo, 4 de janeiro de 2009

assassinos, nazis, filhos da ...

Claro que tenho andado preocupado e revoltado com o que a besta nazi israelita tem feito na Palestina.
Mas só para que a minha opinião não seja interpretada como sendo igualzinha à do palhaço Barack Obama, aqui vos deixo um link e um cartoon, de Fernando Campos, lá publicado.


domingo, 9 de novembro de 2008

A grande indignação





Temo que não seja exactamente assim. 120.000 é muita gente. Gostava de saber quantos deles, para o ano, irão dar o voto ao padrasto do magalhães e mandar a indignação para as malvas. Para quem já viu um porco andar de bicicleta não haverá mais nada que o admire.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Palhinhas, Beatas e Ramelas: um breve regresso


Nunca digas “desta água não beberei”. Um dito popular que a partir de agora conheço por experiência própria. Acontece que já não posso dizer que nunca roubei nada a ninguém.
Acabo de roubar um boneco. Os célebres “Palhinhas, Beatas e Ramelas”, uma criação do artista aniversariante, Fernando Campos, para o extinto jornal A linha do Oeste. Posteriormente chegaram a pontuar no blog Outra Margem, onde diariamente Fernando Campos publica, ou no seu próprio, O Sítio dos desenhos.
Mas têm estado de férias, já há muito que os não vemos. Substituídos pelos, também admiráveis e respeitáveis, “Dr. Xecq e Sr. Quil”.