Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O negócio da China!!!!!


O charlatão-mor Oliveira e Costa diz que perdeu 275 mil euros no negócio de acções que fez com Cavaco Silva. Até aqui nada de mais, quem é burro é burro, ou então…
Agora parece-me do arco da velha que o brilhante economista que tem liderado o país não se tenha apercebido que estava perante uma vigarice de todo o tamanho.
Mas pronto, é preciso nascer duas vezes para se ser mais honesto que a avantesma.
Aqui a notícia.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os "mercados" na óptica do povo islandês

cartoon de F. Campos

Enquanto os portugueses se preparam para ajudar os “mercados”, pois amanhã desembarcará o “femi” na capital para tratar dos respectivos considerandos, os islandeses cansaram-se de os sustentar. Disseram taxativamente que não toleram mais chulice.
Ou, como diz Fernando Campos, os islandeses “não dão mais sangue a vampiros.”
Acho bem que os governos e os banqueiros culpados pela situação sejam responsabilizados.
Os portugueses só faziam bem em seguir o exemplo dos islandeses.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O negócio dos seguros, ou um post a um comentário

É frequente fazerem-se comentários às mensagens (posts) publicadas nos blogues. Será mais raro fazerem-se posts aos comentários. Mas um comentário a uma crónica de Augusto Alberto há uns tempos atrás de um funcionário de uma importante unidade hospitalar, aposentado ao que julgo, é tão assertivo que vale um post.
Isto só para lembrar que o estado social já era. A fascização do regime vai ganhando espaço.
Vamos, então, ao comentário:

"Os seguros de saúde são muito bons se formos saudáveis. Se tiver doença crónica, não cobre; se tiver mais de 65 anos, não cobre; se sofrer duma doença "nova", não cobre. Para que serve?!
Faz-me lembrar o seguro do cão. Se o cão morder, só cobre se for açaimado. Cão açaimado morde???"

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Ele há coisas extraordinárias...

Esta, como o próprio lambão do Bava reconhece, também o é.
Uma extraordinária fuga ao fisco. Mais extraordinária ainda, porque legal. Com o beneplácito do governo eleito democráticamente.
Logo, é uma fuga ao fisco democrática...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A bela da crise…



Sem falar na banca, que é o “fartar vilanagem” que todos sabem, nas edp’s, nas pt’s, bem como outras empresas igualmente lucrativas, a Galp fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro ajustado de 93 milhões de euros, bem acima do esperado. A petrolífera informa ainda que todos os segmentos de negócio melhoraram o seu desempenho operacional.
Isto de jornais económicos é  só boas noticias: a Portucel, por exemplo, duplicou os lucros para 154 milhões. Já os lucros da Jerónimo Martins creceram, também, mais do que o esperado. Esperavam 83.4 milhões e foram atingidos os 92 milhões.
As "boas noticias" não param de chegar: o governo vai transferir menos 500 milhões para empresas públicas e os hospitais têm de cortar 5% na despesa com pessoal, o que é indubitavelmente um indicador da melhoria da qualidade da saúde.
Não admira que o grande capital defenda o aprofundamento da crise.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Patrões mais “burros”



Um estudo de Eugénio Rosa, utilizando dados oficiais, conclui que uma diminuição dos salários não determina um aumento da competitividade. E os salários, em Portugal, são menos de metade da zona euro.
No mesmo estudo o economista chega à conclusão de que um obstáculo mais sério ao aumento da rentabilidade e competitividade das empresas portuguesas é a baixa escolaridade dos patrões, que piorou entre 2003 e 2008. Este facto tem efeitos mais nefastos porque associado a baixas competências, o que torna difícil alcançarem-se elevados níveis de organização, gestão, inovação, produtividade e competitividade. Curioso é que enquanto o nível de escolaridade dos patrões tem diminuído o dos trabalhadores tem aumentado.
Resolver este problema será mais crucial do que baixar os salários, como insistem os arautos do neo-liberalismo, como o governo, os mega-merceeiros e outros que tais.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Da previsão da crise


Ainda não percebi porque existem economistas, analistas, comentaristas, jornalistas, agências de rating. Então esta coisa de rating, seja lá o que isso for, penso não ter mesmo a pretensão de vir a entender.
E embora não tenha mesmo esperanças de algum dia entender, este post sempre ajuda um pouquito...
É que... de economistas, analistas, comentaristas, jornalistas, ratingues e demais quejandices estamos mesmo conversados. Se ao menos tivessem vergonha...