Que as Parcerias Publico-Privadas são um dos melhores meios dos privados sugarem os dinheiros públicos, sem grandes chatices, já todos sabíamos. Agora esta ultrapassa todas as raias do bom senso e já não é um roubo comedido, é mesmo descarado.
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terça-feira, 13 de março de 2012
Uma estranha PPP
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alex campos
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3/13/2012 09:41:00 da manhã
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quinta-feira, 8 de março de 2012
Na lista da Forbes até estamos bem. Qual crise?
Como diria Negreiros, "Coragem, portugueses, só vos falta as qualidades". Assim, com um pouco mais de esforço, sei lá, perderem 50% do ordenado, aumentarem a votação, por enquanto nas sondagens, na troika, sei lá mais o quê, por exemplo, irem trabalhar no próximo dia 22 de Março, talvez consigam meter 4 ou 5 tugas na lista da Forbes. Porque, por enquanto só lá estão 3.
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alex campos
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3/08/2012 02:39:00 da tarde
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
E os chinocas, pá?
Pode-se dizer que a actividade económica dos chineses anda frenética. Enquanto que em Portugal compram a EDP e os catrogas cá do sítio e roubam o cobre, em Angola não fazem, também, por menos.
Desviaram o curso do Rio Catumbela (na imagem). E para quê?, perguntam vocês. Segundo o telejornal da televisão angolana, para a exploração ilegal de inertes.
Como o governo de lá deve ser como o de cá, calculo que os ambientalistas devem estar a falar sozinhos.
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alex campos
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1/31/2012 02:28:00 da manhã
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sábado, 21 de janeiro de 2012
"China amiga, o povo está contigo"
De uma notícia no "Expresso" a propósito de uns tais 10% de desconto que os nossos amigos chineses, mais os catrogas cá do sítio, nos vão "fazer", foi retirado este comentário que me enviaram por e-mail.
Para os que ainda não entenderam talvez seja uma importante ajuda para entenderem o que aí vem. Ora leiam:
"Há dez minutos atrás, ao preencher o formulário para aderir ao descontinho de 10%, deparo-me com a obrigatoriedade de inserir um NIB para pagamento bancário. Como já tenho pagamento por conta bancária, recorri à menina EDP, através do 808 501 501 (linha dedicada aos patos que querem este descontinho e eu fui um deles).
-Fulana de tal... EDP... em que posso ser útil?
- Estou a tentar preencher online a adesão ao desconto de 10% e não há nenhum campo para indicar que já tenho pagamento pelo banco.
- Este será um novo contrato, por isso tem de introduzir o NIB, mesmo que seja o mesmo.
- Um novo contrato? Porquê?
- Porque a senhora está a deixar de ser cliente da EDP Universal e está a passar a ser cliente da EDP mercado liberalizado.
- E... isso quer dizer o quê???
- Que passa a estar no mercado liberalizado de fornecimento de energia que a TROIKA obrigou.
- E se eu não sair da EDP Universal?
- Mais tarde vai ter de sair, porque o mercado regulado vai acabar, por ordens da TROIKA.
- E vai acabar quando?
- Em 2015 vai deixar de haver.
- Então quer dizer que até 2015 ainda posso estar como cliente do mercado regulado!?
- Sim, mas depois tem de sair.
- E se sair já, o que acontece ao preço que vou pagar?
- Até final da campanha os preços mantêm-se...
- E depois de Dezembro de 2012 (final da campanha)?
_ ????
- JÁ PERCEBI! NÃO QUERO ADERIR, MUITO OBRIGADA.
Espero que os caros comentadores e leitores também consigam perceber a tempo o que aí vem".
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1/21/2012 01:18:00 da tarde
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Kiwis
Não sei se se lembram de um sketch dos "Gatos Fedorentos", aquele em que eles diziam que o kiwi é um bocado maricas. A foto em cima, penso, contraria um pouco essa ideia.
Mas estando a foto um tanto ou quanto... quer dizer... quem afinal fica mal na fotografia é o "palhaço" do Alexandre Soares dos Santos, o tal que diz que sabe bem pagar tão pouco e que leva isso à letra, aliás como todos já sabem.
É que logo após a obtenção da foto, na baixa da Figueira da Foz, fomos a um dos 3 super-mercados Pingo Doce, àquele que também se situa na baixa, deve-se dizer que a Figueira tem uma baixa muito grande, e encontramos o kiwi a 1,49 euros.
Portanto, maricas o tanas!!!!! Ganda kiwi, carago!!!!!
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alex campos
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1/14/2012 05:01:00 da manhã
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Sabe bem pagar tão pouco
Alexandre Soares dos Santos é um merceeiro infame que até da honestidade tira dividendos; foi enriquecendo a preços baixos, enquanto todo o país empobrecia.
Alexandre Soares dos Santos é um filho da puta infecto e crapuloso que nunca se coibiu de criticar asperamente a ridícula elite política que lhe permitiu enriquecer impunemente e o condecorou por duas vezes.
Alexandre Soares dos Santos é um filho da puta infecto e crapuloso que nunca se coibiu de criticar asperamente a ridícula elite política que lhe permitiu enriquecer impunemente e o condecorou por duas vezes.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Já dura demais
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1/01/2012 10:05:00 da manhã
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Viva a "democracia"
Estava tentado a comentar, mas achei ser desnecessário. O boneco está tão bem feito e tem legendas e tudo. Ora admirem:
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alex campos
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12/16/2011 03:45:00 da tarde
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Connection: May be or may be not
Sabe-se que o regente da troika internacional em Portugal anda embeiçado pelas partes rectaguardais da gorda que lidera o governo alemão.
As últimas notícias indicadoras de que Portugal está a favorecer os germânicos, podem relacioná-las com aquele estético facto. Ou não, que para o caso vai dar no mesmo. Como se tivesse importância alguma o país ocupado escolher o ocupante.
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12/16/2011 11:29:00 da manhã
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domingo, 13 de novembro de 2011
A mercadocracia vai-se consolidando...
Tirá-la do poder é um dever patriótico e democrático. E urgente, sob pena de vermos o país a afundar-se cada vez mais.
Começa a ser impossível sermos governados, porque votamos, em energúmenos.
Depois de oferecermos, de mão beijada, o BPN, começam a aparecer outros efeitos colaterais que também não nos ficarão (ao contribuinte, a quem trabalha) nada baratos.
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alex campos
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11/13/2011 02:55:00 da manhã
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
O HDFF já era?
O que se passa com o Hospital Distrital da Figueira da Foz é só um exemplo do que se passa com a política em curso.
Ou seja, acabar com o Serviço Nacional de Saúde, o que não é novidade para ninguém, e cuja consequência mais visível é a transformação dos hospitais públicos em albergues para indigentes e a saúde passar a ser um “artigo de luxo”. Já se percebeu que a saúde, não deveria ser, mas é, um negócio. Poder-me-ão dizer: “é a democracia, estúpido”. Mas eu quero é mais que esta democracia se f_ _ _ .
Agora que há uma novidade, lá isso há. Esta: pela primeira vez o PSD consegue (lá terá perdido a vergonha ou cansou-se do faz-que-anda-mas-não-anda dos “xuxas”) ultrapassar o “ps” pela direita.
Ora os “xuxas” tentaram encerrar as urgências e não conseguiram. Ou não foram capazes, o que terá desagradado a quem de direito. Ficaram-se só pela Maternidade e puseram os figueirenses a nascer na A14.
Agora, embalados e encorajados pela troika, (e como alguém escrevia há uns dias, temos inegavelmente um país ocupado e, como em todas as ocupações, os colaboracionistas são sempre em maior número que os resistentes) os “laranjas” querem encerrar o Serviço de Oncologia, restringir o bloco de cirurgia e acabar com a VMER. Três em um, como bem podem ver. E orgulharem-se os que votaram "troika".
Recorde-se que a filha-da-putice que está agora no poder esteve “contra” o encerramento da maternidade. Poderão, agora numa hipocrisia igual, os “xuxas” fazerem o papel de estar contra e armarem-se que estão na oposição.
Afinal de contas todos eles assinaram o contrato com a ”troika”, o que significa que são farinha do mesmo saco.
Ou, por outras palavras, grandes filhos da puta.
Pensem…
PS: Claro que não peço desculpa pela linguagem. Mesmo antes do acordo ortográfico não tinha outra para com aqueles que querem vender a saúde como quem vende mercearia.
PS: Claro que não peço desculpa pela linguagem. Mesmo antes do acordo ortográfico não tinha outra para com aqueles que querem vender a saúde como quem vende mercearia.
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10/04/2011 09:30:00 da tarde
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
As conferências do casino (para totós)
O perigo é pensarmos que eles são os donos de verdades absolutas, quando não passam de gentalha muito mal intencionada.
Sempre pensei que os funcionários públicos ganham o seu ordenado à custa do seu trabalho; que os reformados, sejam públicos ou privados, têm direito à sua reforma porque a ganharam e descontaram para tal; que os desempregados têm direito ao subsídio a partir do momento que não lhes garantem trabalho, e porque, é muito importante compreender isto, enquanto trabalhadores fizeram os seus descontos, pagaram os seus impostos.
Agora, o que não suporto é ouvir qualquer xico-esperto e lambe-botas do poder económico actual perguntar quanto custa o estado social e que a gente atrás citada vive a expensas do estado. O estado social é suportado por quem trabalha, por quem realmente produz.
Em vez de perguntarem quanto custa o estado social poderiam tentar responder para onde vai o dinheirinho dos impostos. Dos impostos de quem trabalha, obviamente. Isso sim, era uma boa resposta. Mas nem sequer tentam responder. Pudera.
O problema da sustentabilidade do estado é insolúvel? Não, não é se se acabar com as classes ociosas, as que nada produzem e tudo comem.
Lembrei-me disto derivado do “materialismo místico”, uma espécie totalmente desconhecida até agora.
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alex campos
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9/29/2011 05:06:00 da manhã
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Portugal poderá ganhar mais um Nobel
E, inacreditavelmente, é o Nobel de Economia.
Mais inacreditavelmente ainda o talvez sério candidato não é um economista.
Muito mais inacreditavelmente ainda, é um patego que, ao que consta, ensinava matemática e agora fecha escolas.
Mais informação aqui. E com desenho e tudo.
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alex campos
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9/02/2011 07:50:00 da manhã
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sábado, 13 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Porque também pertenço aos outros...
... tomo a liberdade de copiar, na totalidade, este post, daqui. Aí vai:
"Se eu estivesse de visita a uma pequena empresa ou escritório de um conhecido e se, logo a abrir a visita, chegasse a notícia de que uma trabalhadora desse local se tinha aí mesmo suicidado... eu cancelaria a visita, sem mais argumentações ou desculpas. O ano tem 365 dias e a vida muitos anos... mas a morte é apenas um momento. Um momento breve e único. Tal como a oportunidade de mostrar o respeito que esse momento exige.
Deve ser por isso que eu não tive, não tenho e nunca terei aquilo que é preciso para ser super-chefe de cobranças das Finanças, pago a peso de ouro, ou, logo a seguir, ministro do negócio da saúde.
Pertenço aos outros! Aqueles que acham que tentar ajudar “os pobres” com mais 11 euros por mês, num programa “social” que tem por sigla PES (Programa de Emergência Social), para além da evidente demagogia, não passa de uma amarga ironia... já que é exactamente com os pés que sucessivos governos têm tratado aqueles a quem chamam “os pobres”, ou “desfavorecidos”, quando têm sido as suas miseráveis políticas, ao longo dos últimos 35 anos de rotativismo partidário, a lançá-los para a pobreza".
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
BICaram (mais uma vez) o BPN
O contribuinte português é um mãos largas. Depois de ter colocado 2,4 mil milhões de euros no BPN para tapar o buraco lá cavado pelo presidente da República e pelos seus rapazes, acaba de o oferecer à Rainha Isabel de Portugal, e ainda fica com a despesa decorrente do aumento do desemprego, pois a rainha não quer a totalidade dos funcionários, só quer 750 dos 1580, bem como do encerramento dos balcões que a dita não quiser abertos.
Isto de estarmos há perto de 35 anos a sermos governados por descendentes directos do Miguel de Vasconcellos, gente que não tem sequer um conceito de pátria, de nacionalismo ou de vergonha, ainda vai acabar mal.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
A crise democrática ou a democracia da crise
Isto faz lembrar o príncipio dos vasos comunicantes, mas ao contrário. Vai ficando tudo muito mais nivelado. Também, diga-se, é da História, é nos períodos de crise que se fazem as grandes fortunas. À medida que o nível de vida de quem trabalha, de quem produz, vai baixando, com mais impostos, menos salário, vão aumentando as fortunas dos mais ricos.
Leia aqui um exemplo da nossa democracia.
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alex campos
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7/29/2011 05:50:00 da manhã
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Governo prevê contracção do PIB e aumento do desemprego
O que m’espanta é a lata destes tipos. Brincam positivamente com a inteligência das pessoas, mesmo daquelas que neles votaram.
Afirmam que prevêem uma coisa como se ela não fosse a consequência lógica das políticas que seguem, neste caso a continuação das dos sucessivos governos que se têm sucedido.
Não acreditando que sejam estúpidos, que não são, só podem ser aldrabões, porque prever significa, segundo o dicionário da Porto Editora, “ver com antecipação, supor, prognosticar”.
Portanto, com mais do mesmo, e respeitando a significação linguística, não há necessidade de prever o que se tem a certeza que vai acontecer. Bastava dizerem que vão conseguir os seus reais objectivos.
Mas enfim.
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alex campos
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7/15/2011 09:28:00 da manhã
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
ET
Sempre me fez confusão a existência de trabalho temporário, contratos a prazo, ordenados em atraso, mas pronto, posso conceder que seja devido ao meu mau feitio.
Mas estas coisas tornaram-se tão vulgares que agora até há contratos diários de trabalho. Imaginam? E empresas de trabalho temporário e tudo.
Com mau feito ou sem mau feitio, acho mesmo é que estamos perante violações sistemáticas e diárias dos direitos humanos. Já tão corriqueiro que ninguém se indigna. Ao ponto de a união nacional conseguir, nas últimas sondagens, mais de 80% dos votos expressos, o que significa que a situação só pode mesmo é “melhorar mais”.
Agora descobriu-se que empresas dessas que temos vindo a referir, cometeram uma fraude fiscal na ordem dos 15 milhões de euros, além de crime de branqueamento de capitais.
Achei piada ao nome da operação: “Evasão Temporária”. Condiz com o tipo de trabalho, embora a dita não tenha nada de temporária.
Não me espanta este tipo de fraudes. Espanta-me, ainda, a existência deste tipo de empresas e deste tipo de negócio.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A água da Figueira
Como se sabe, a concessão ao sector privado da exploração da água foi um processo iniciado pelos “socialistas” e concluído pelo PSD em 1998. Por um período de 25 anos.
A razão, diziam, e defendiam, era a melhoria da qualidade de vida. Não se assistiu nem à qualidade de vida nem à qualidade dos serviços.
Num comunicado emitido pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) sobre os efeitos da famigerada concessão, conclui-se:
- A existência de sérios prejuízos para o Município, para os consumidores e para os trabalhadores. Avultados lucros para os accionistas da empresa concessionária (razão última e única da concessão, digo eu). Em 2010 a holding “Aquapor” obteve cerca de 4 milhões de euros de lucro.
- A cobertura de saneamento que em 2011 deveria estar concluída está por cumprir.
- A qualidade da prestação de serviço que pelo menos deveria ser mantida, piorou, sem que a Câmara Municipal faça cumprir o estabelecido no contrato de concessão.
E que se assiste depois do “forró” da concessão?
O referido comunicado elucida-nos:
- A presença de buracos que se perpetuam no pavimento e à negligência na sua reparação.
- Ao aumento de tarifas ano após ano de acordo com o contrato de concessão, de modo a garantir o lucro de cerca de 16% à empresa concessionária, sem investimento de capital de risco.
- A uma duvidosa qualidade do bem fornecido, que deveria ser insípida, incolor e inodora.
- Durante os cerca de 10 anos de concessão de serviços, houve uma redução dos quadros do pessoal em cerca de 40%, de 140 para os 80 trabalhadores, bem como a redução de salários, sendo os trabalhadores contratados pelo salário mínimo nacional.
O comunicado diz ainda: A empresa privada não pode reduzir salários aplicando legislação e direito laboral público. Pode e deve de acordo com os seus LUCROS aumentar salários.
O comunicado diz ainda: A empresa privada não pode reduzir salários aplicando legislação e direito laboral público. Pode e deve de acordo com os seus LUCROS aumentar salários.
O que se sabe é que Município entra com algum para garantir o lucro à cabeça da concessionária, porque doutra forma a água na Figueira, das mais caras do país, seria ainda mais cara.
Mas o contribuinte pode estar descansado, se não paga de uma maneira, paga de outra.
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alex campos
à(s)
5/06/2011 08:23:00 da tarde
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