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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um cavalinho de pau



Eu sabia, toda a gente sabia, que a autarquia figueirense, aliás como muitas outras, tem grandes dificuldades de tesouraria, vá lá, financeiras. Não estou a inventar, todos os partidos, todos, foram unânimes ao afirmá-lo.
Agora é que fico com a dúvida se é verdade ou se é mentira, ao ter conhecimento que uma das “empreitadas” do novo executivo é a mudança do logótipo do município.
Ora se for verdade a situação financeira da edilidade ser tão caótica como a pintaram, estamos perante uma manobra de diversão muito reles e irresponsável. Não penso que seja uma prioridade andarmos a brincar aos bonecos.
Se for mentira, claro que vamos ter sempre mais do mesmo…
Parece o cavalinho de pau, faz que anda mas não anda…

domingo, 11 de abril de 2010

E um novo estádio



Um texto publicado por Rogério Neves no seu blogue “Marcha do Vapor” motivou um debate sobre a necessidade ou não de um estádio novo para a Naval 1º de Maio. Também interferi com a ideia de que não é propriamente um estádio novo que a cidade precisa.
O diário desportivo “A Bola” na sua edição de ontem, na reportagem sobre o jogo que opôs a Naval ao Nacional, destaca a pior assistência da Liga. Estiveram 340 pessoas no Municipal.
Se uma das razões para um estádio novo é este não possuir condições, a culpa, como eu disse, é da Liga de Clubes que o autorizou para a disputa das refregas. Não acredito que as pessoas não vão à bola só porque o estádio não presta. Não vão porque não se identificam com a equipa. Se não vejamos: nos dois campeonatos profissionais de futebol quantos jogadores figueirenses estão na liça?
Denotava muito mais bom senso um melhoramento do estádio e melhores condições, ou simplesmente condições, para a prática do futebol de formação.
Porque o futebol na Figueira não tem, como o basquetebol aliás, problemas de recrutamento para a sua prática. Antes têm, os dois, um efeito eucalipto. Há outras modalidades que se poderiam impor mais facilmente se não tivessem esses problemas, como a natação, o boxe, o atletismo ou o remo.
Claro que estou consciente de que o futebol é uma indústria que movimenta milhões, mas um estádio novo é um investimento que dificilmente terá contrapartidas, quer para jovens atletas quer para a cidade. Vê-se o caso de Aveiro ou de Leiria. Terá para outros, como se pode ler no interessante debate do “Marcha a Vapor”.
Mas, por outro lado, também estou consciente de que poderia ser um bom negócio para a autarquia. Se vendesse o terreno para um estádio, a preço justo, pois estou a lembrar-me que o terreno da Ponte do Galante foi vendido, numa manhã, por 300.000 contos e, o comprador revendeu-o na mesma tarde pelo dobro ou mais. Como o aniquilamento da Mata Sotto Mayor, a favor da especulação imobiliária há uns anos, não rendeu absolutamente nada para autarquia. Pelo menos nada que se visse. Assim se compreende porque as câmaras municipais, grande parte delas, estão na situação que estão. O poder económico privado é que dá cartas e o poder político é-lhe subserviente.
Mas com esse negócio, o actual estádio poderia ser aproveitado para a formação não só do futebol como também com a activação da pista de atletismo, essa sim uma das grandes carências do desporto figueirense. E a manutenção do estádio, não tão barata como se possa supor, teria assim uma razão de ser e uma utilidade pública. Além de ficar menos onerosa.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Almeidas avant-garde


foto:internet

Foi em Lisboa que surgiu a designação de “almeida” para os varredores da rua e outros trabalhadores da limpeza porque a grande maioria, senão todos, seriam naturais de Almeida, vila fronteiriça do distrito da Guarda.
Já a expressão “Alma até Almeida” evoca, ou homenageia, a importância daquela vila e a valentia das suas gentes na defesa contra as incursões castelhanas e, bem mais tarde, na expulsão dos franceses.
E porque carga de água me lembrei de Almeida? Porque, via blogue “Outra Margem” do meu amigo Agostinho, fiquei a saber que os "almeidas" da Figueira da Foz melhoraram substancialmente a qualidade do seu trabalho, só não sei se foi com recurso a quaisquer novas tecnologias de ponta ou coisa parecida.
O que parece é que, sobretudo na rua da Liberdade, as folhas caídas das árvores já não se acumulam e as ruas já são bem limpas.
Ora bem.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Figueira da Foz, a tremendona


Alegrem-se figueirinhas. A importância da Figueira da Foz no contexto nacional é muito mais transcendente do que se pensava. A praia da claridade tem estado sempre presente nos grandes acontecimentos desta pobre pátria. Desde, pelo menos, os meados dos anos 60 do século passado.
O reconhecimento e a resenha histórica, aqui.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Promoções turísticas


Isto (que recebi por e-mail) foi publicado há 3 ou 4 anos numa revista de turismo, no Brasil. Acho que nem merece comentários. A não ser o de que é muito difícil acreditar que tenha sido escrito por um brasileiro. Quer pelo sotaque que se pode depreender na leitura, quer pelas palavras utilizadas. Um brasileiro nunca escreveria arquitecto, mas sim arquiteto, um pormenor de que eu, aliás, discordo.
Mais classe tem a promoção da Figueira da Foz, em Luanda. Lembro a novel companhia de dança do CAE a actuar no próximo dia 10 de Janeiro, naquela capital, na cerimónia de abertura do Campeonato Africano das Nações (CAN).
Lá vamos tentar convencer os malianos, os nigerianos, os zambianos, o pessoal do Togo, do Malawi, and so on, a virem passar as suas férias à Figueira.
Promoção 5 estrelas, e a custo zero. Assim, sim senhor.


sexta-feira, 23 de novembro de 2007

CMFF homenageia atletas

O grupo We Figga
Realizou-se ontem à noite no CAE a Cerimónia de Homenagem aos atletas e equipas que em 2006, em todas as modalidades, conseguiram um dos três primeiros lugares em competições nacionais.
Foi perto de uma centena o número de atletas que foram homenageados pela CMFF, numa cerimónia que integrou um espectáculo com os artistas figueirenses Marisa Cardoso e o grupo We Figga.
Presente na cerimónia esteve o atleta olímpico João Carlos Costa, que acerca das próximas olimpíadas disse à “Aldeia Olímpica” que as perspectivas são sempre fazer o melhor possível, não podendo ser de outra forma. Costa é a nossa esperança de uma medalha, ele que já obteve um 7º lugar em 2000, nos jogos de Sidney.