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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Eu???? benfiquista????


Não sou, mas ontem até parecia. Derivado do presidente do glorioso ter pedido para os benfiquistas não irem aos estádios, por uma represália sobre uma questão de dois penalties não assinalados.
Ontem, por essa razão (os dois penalties), cumpri o pedido. Ao segundo penalty abandonei, pura e simplesmente, o sofá.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O estranho caso do piloto automático avariado



O problema até seria cómico se o presidente vitalício da Federação Portuguesa de Futebol fosse só isso, ou tivesse sido só isso.
Mas dramático, e a pedir alguma reflexão, é que esse senhor já desempenhou o cargo de governador civil. Quero eu dizer que se deveria, que deveríamos, melhor dizendo, dar mais importância a um cargo como o de governador civil, sob pena de continuarmos a ter gentinha desta como governantes e, por conseguinte, continuarmos a ser pequeninos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A propósito de unanimidades... VIVA O FLUMINENSE


Contaram-me, não li a entrevista, que o saudoso Tom Jobim, a uma pergunta sobre qual era o clube da sua preferência respondeu que era o Fluminense. Logo de seguida justificou: "não gosto de unanimidades". Teria sido uma alusão ao Corinthians e ao Flamengo, cujas "torcidas" têm a mania que são o Benfica lá do sítio.
Lembrei-me disto por via das unanimidades que têm "atacado" a Assembleia Municipal da Figueira da Foz.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

E esta, hein?????


A capacidade do meu desalmado Sporting em me surpreender é estonteante. Assim nem consigo rescindir o "contrato".
Enfim...

terça-feira, 24 de agosto de 2010

domingo, 22 de agosto de 2010

8,5


Tenho de confessar que sou um mau sportinguista. É que, no campeonato, o meu jogador preferido joga no rival, no glorioso SLB. É alto e equipa de amarelo. Como a canarinha, a minha equipa preferida.

domingo, 15 de agosto de 2010

Chapéus há muitos...







LAIONEL SILVA RAMALHO

Nacionalidade: brasileira
Clube anterior: Gremio Anápolis
Nascimento: 1986-04-27
Peso: 65 Kgs.
Altura: 1,73 mts.

Quer dizer, o rapaz é magrinho!!!!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Associação Naval 1º de Maio tem um novo site


A Associação Naval 1º de Maio tem um novo site. Mais funcional, mais moderno, mais de acordo com os pergaminhos de uma das mais antigas instituições desportivas do país.
É caso para dizer que já não era sem tempo.
Com a devida saudação, por aqui http://www.naval1demaio.net/

domingo, 25 de julho de 2010

O Brasil e a Branca de Neve


Se me perguntassem o que é que o Brasil tem a ver com a Branca de Neve, eu diria que absolutamente nada. E a grande maioria dos leitores deste blogue, estou certo, diria o mesmo.
Só que Duda Guennes, na edição de ontem do jornal “A Bola”, elucida-nos.
Escreve ele:
“Na passagem pela África do Sul da selecção Branca de Neve, restou ao Brasil um Dunga, onze sonecas e 192 milhões de zangados”.
192 milhões, mais um. Eu.

domingo, 27 de junho de 2010

Ghana histórico


O Ghana tornou-se na terceira selecção africana presente nos quartos-de-final do campeonato do mundo, depois de Camarões em 1990 e do Senegal em 2002.
Após terem derrotado os EUA, os ganeses, que eliminaram Angola na última edição do CAN, num jogo em que os "palancas negras" até mereceram melhor sorte, vão agora discutir com o Uruguay a passagem às meias-finais.
É a segunda presença deste país numa fase final, depois da estreia em 2006, quando foram eliminados nos oitavos.
E uma surpresa?...

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Mundial: Cimeira ibérica nos oitavos


Nos oitavos de final do campeonato mundial Portugal vai defrontar os actuais campeões europeus.
É caso para dizer que saiu a fava aos “nuestros hermanos”. Já não têm o fulgor de há uns tempos atrás e não os julgo capazes de ultrapassar a interpretação italiana que os portugueses conseguem fazer do jogo. A prová-lo estão as dificuldades que os brasileiros tiveram. Ainda que tivesse sido um jogo a feijões, a “canarinha”, sem Robinho e Elano, viu-se impossibilitada de ultrapassar a defesa sólida dos portugueses. E os golos dos castelhanos partiram todos de erros crassos dos adversários, erros que a equipa das quinas não comete.
Presumo que vai acabar nos penalties. A menos que Ronaldo expluda, Eduardo e Casilhas têm a palavra. É na próxima 3ª feira às 19h 30m. Não há crise, o Eduardo sempre pode fazer uns telefonemas para o Ricardo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Portugal-Costa do Marfim: Explodiram desculpas


A selecção portuguesa é, na minha opinião, uma das melhores do mundo. Pelo menos tecnicamente acho que ninguém tem dúvidas. Falta-lhe é uma pequena coisa que pode definir tudo: classe. Ele é um supostamente melhor jogador do mundo dizer que vai explodir, ele é o cidadão mais bem pago deste país, ganha mesmo, segundo se diz, muito mais do que ganhava Scolari, que vem contar a estória da ligadura do Drogba para justificar a inoperância da equipa que conduz. Acho que é ridículo e deprimente demais.
Corre-se o risco do único grande mérito de Queiroz foi ter baptizado a selecção...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O grande circo: alguns palpites

Começa hoje à tarde o 1º campeonato do mundo de futebol realizado no continente africano.
Pese embora a poderosíssima capacidade alienante que o futebol-espectáculo tem, sempre quero deixar aqui alguns palpites sobre os possíveis candidatos à vitória final.
È justo fazer uma declaração de interesses: neste certame sou sempre pela “canarinha”. Ainda para mais os “palancas negras” quiseram dar-se a excentricidades e não conseguiram o apuramento para o torneio sul-africano.
Vamos, então, aos favoritos. Em meu entender só haverá surpresa quanto ao vencedor se este for uma selecção fora dos 7 seleccionados que apontarei.
E destes, 5 (Brasil, Argentina, Itália, Inglaterra e Alemanha) já conquistaram o troféu. Excluo o Uruguay e a França. Não vejo os franceses, malgré o meu francolifismo, capazes que chegar tão longe, e não estou influenciado pelo facto de se terem apurado através de uma arbitragem à portuguesa.
As outras duas que não representarão surpresa alguma se chegarem à vitória final são as duas selecções ibéricas, Portugal e Espanha. A primeira foi semi-finalista há 4 anos e tecnicamente é uma das melhores do mundo, a segunda é campeã europeia, com mérito e com classe, o que constitui um forte cartão de crédito para o favoritismo.
Não me esqueci da Holanda, sempre uma selecção forte, só que não faço a mínima ideia de como se encontra pois não a vejo jogar há algum tempo, como também devo dizer que gostava de ver uma selecção africana a chegar um pouco mais longe do que tem acontecido. Acho difícil, mas tudo pode acontecer, a bola é redonda como dizia o outro.
E uma final Brasil-Costa do Marfim?
Deixemo-nos de tergiversações. Venha de lá o hexa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Naval: Assembleia Geral insólita ou talvez não

Não será propriamente inédito a presença de um único sócio na Assembleia Geral da Associação Naval 1º de Maio.
Poder-se-ia pensar que há razões para tal. O facto de os sócios estarem afastados da colectividade por esta não possuir uma sede social, por exemplo. Aliás fui pensando isso durante as várias temporadas futebolísticas em que as assistências são reduzidas, contando quase sempre os adversários com maior apoio. Entende-se que os associados não se revêem no clube.
A situação não é insólita. Após o incêndio que destruiu a histórica sede do popular (?) clube este recebeu vários donativos, quer de pessoas colectivas quer individuais. Recordo-me que assisti ao encontro entre directores da Naval e dirigentes locais do PCP em que estes fizeram um donativo de 200.000 escudos, dinheiro esse proveniente da AECOD.
A reportagem está no Jornal “A linha do Oeste” de 8 de Outubro de 1997, uns 3 meses após o incêndio. Presume-se que os donativos eram para uma futura reconstrução, ou edificação, melhor dizendo, de uma sede. Até agora nada. Os sócios bem se podem interrogar para onde foi esse dinheiro. Na reportagem pode-se ler: “Quanto aos dinheiros vindos de actos de solidariedade, Simões de Almeida disse que os sócios podem estar descansados, está tudo contabilizado e, quando for oportuno será divulgado”.
Mas não será só isso que afastará os sócios da centenária colectividade. O problema já é anterior pois já nesse encontro, a propósito de uma assembleia geral, o presidente da Naval, Aprígio Santos, divulgou que uma vez se negou a fazê-la pelo facto de estarem apenas 3 sócios presentes.
(clique na imagem para ampliar)

terça-feira, 11 de maio de 2010

Do futebol como vaselina

Ainda que aparentemente para as duas equipas, Naval e Académica, estivesse tudo decidido, não era bem assim. O último jogo do campeonato tinha importância extra para a equipa figueirense. Além de se tratar de festejar, diante do seu sempre reduzido público a melhor classificação de sempre, existia a possibilidade real da Associação Naval chegar ao 6º lugar da classificação.
Mas dos habituais 700/800 espectadores que durante o ano frequentavam o José Bento
Pessoa compareceram, segundo leio na imprensa, cerca de 200.
Isto deve-se a uma triste realidade. Os portugueses têm 3 clubes da sua simpatia e ficou-se a saber que os ausentes do Bento Pessoa são benfiquistas que preferiram festejar o título em casa, via televisão. Portugal é o único país do mundo a ter 3 clubes de futebol de expressão nacional. Resquícios que vêm dos 48 anos de salazarismo.
Penso que a única excepção é a cidade de Guimarães, onde os 3 clubes juntos estão, sem dúvida alguma, em minoria. Digo isto com um certo orgulho, uma vez que a minha costela minhota é vitoriana.
Claro que os adeptos do pontapé no coiro ficam felicíssimos quando ganha um grande e festejam em todo o país, mas que traduz uma triste realidade, lá isso traduz.
Não há regionalismos absolutamente nenhuns, e quer em Faro, Chaves, Évora, Covilhã, Aveiro ou Coimbra a equipa representativa no coração dos adeptos é um dos chamados 3 grandes. Mesmo em Braga, onde as coisas talvez comecem a mudar, embora lentamente. Ainda houve bracarenses que festejaram o título do Benfica e há uns anos li uma entrevista com um director “arsenalista” a confessar o seu benfiquismo.
O povo aderiu em massa à vitória do Benfica. Unanimidade absoluta, pois até o governo se associou e aproveitou para umas medidazinhas menos populares, quer dizer, aproveitou os festejos como vaselina para o que aí vem. A subida de impostos, ou a retenção de uma parte do subsídio de Natal, por exemplo.
Mas que o Benfica é grande temos que reconhecer. Enorme mesmo. Já da última vez que foi campeão foram aprovadas as taxas moderadoras do SNS.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Taça de Portugal: algumas curiosidades


O futebol pode ser visto como um reflexo da sociedade em que está inserido. Estas curiosidades ajudam a perceber a macrocefalia do país.
Com o Desportivo de Chaves no Jamor, na final da Taça de Portugal, é a segunda vez, nas 70 edições já realizadas, que uma equipa do interior marca presença. A primeira aconteceu quando o Sporting Campomaiorense, na época 98/99, foi derrotado pelo Beira-Mar, por 1-0.
Por um outro prisma, só por 4 vezes não estiveram na final equipas de Lisboa e/ou Porto.
Além da que referi, o SC Braga e o Vitória de Setúbal em 1966 (vitória dos minhotos por 1-0, num percurso em que eliminaram, salvo erro, Sporting, Benfica e Porto) e 1967 (vitória dos sadinos por 3-2) e o Estrela da Amadora que derrotou o Farense por 2-0, na época 89/90.
Na primeira edição, em 1939, a Académica derrotou o Benfica por 4-3.
Desta vez, como aqui disse, vou torcer pelos trasmontanos.
E venha de lá a taça.

Deu Chaves!!!!!!

Numa análise rápida aos plantéis da duas equipas, num site desportivo, deu para ver que a Naval 1º de Maio em 30 jogadores, tem 8 portugueses, não sendo nenhum deles figueirense. O Desportivo de Chaves é apresentado com 29 jogadores, dos quais 16 são portugueses e, desses, 4 são naturais da terra do presuntinho, lá no Alto Tâmega.
Assim, pode-se concluir que é preferível preferir produtos regionais.
Se forem caseiros, melhor.

domingo, 11 de abril de 2010

E um novo estádio



Um texto publicado por Rogério Neves no seu blogue “Marcha do Vapor” motivou um debate sobre a necessidade ou não de um estádio novo para a Naval 1º de Maio. Também interferi com a ideia de que não é propriamente um estádio novo que a cidade precisa.
O diário desportivo “A Bola” na sua edição de ontem, na reportagem sobre o jogo que opôs a Naval ao Nacional, destaca a pior assistência da Liga. Estiveram 340 pessoas no Municipal.
Se uma das razões para um estádio novo é este não possuir condições, a culpa, como eu disse, é da Liga de Clubes que o autorizou para a disputa das refregas. Não acredito que as pessoas não vão à bola só porque o estádio não presta. Não vão porque não se identificam com a equipa. Se não vejamos: nos dois campeonatos profissionais de futebol quantos jogadores figueirenses estão na liça?
Denotava muito mais bom senso um melhoramento do estádio e melhores condições, ou simplesmente condições, para a prática do futebol de formação.
Porque o futebol na Figueira não tem, como o basquetebol aliás, problemas de recrutamento para a sua prática. Antes têm, os dois, um efeito eucalipto. Há outras modalidades que se poderiam impor mais facilmente se não tivessem esses problemas, como a natação, o boxe, o atletismo ou o remo.
Claro que estou consciente de que o futebol é uma indústria que movimenta milhões, mas um estádio novo é um investimento que dificilmente terá contrapartidas, quer para jovens atletas quer para a cidade. Vê-se o caso de Aveiro ou de Leiria. Terá para outros, como se pode ler no interessante debate do “Marcha a Vapor”.
Mas, por outro lado, também estou consciente de que poderia ser um bom negócio para a autarquia. Se vendesse o terreno para um estádio, a preço justo, pois estou a lembrar-me que o terreno da Ponte do Galante foi vendido, numa manhã, por 300.000 contos e, o comprador revendeu-o na mesma tarde pelo dobro ou mais. Como o aniquilamento da Mata Sotto Mayor, a favor da especulação imobiliária há uns anos, não rendeu absolutamente nada para autarquia. Pelo menos nada que se visse. Assim se compreende porque as câmaras municipais, grande parte delas, estão na situação que estão. O poder económico privado é que dá cartas e o poder político é-lhe subserviente.
Mas com esse negócio, o actual estádio poderia ser aproveitado para a formação não só do futebol como também com a activação da pista de atletismo, essa sim uma das grandes carências do desporto figueirense. E a manutenção do estádio, não tão barata como se possa supor, teria assim uma razão de ser e uma utilidade pública. Além de ficar menos onerosa.