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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Socialismo moderno, digo, capitalismo antiquado
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alex campos
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1/18/2011 10:25:00 da tarde
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A Eurest na Figueira da Foz
As perfomances anti-sociais e o cariz fascizante do "modus operandi" de algumas (quase todas) empresas, na sua ânsia de obter lucro custe o que custar à dignidade humana, explicam-nos por vezes o conteúdo de algumas teorias. Pelo menos quando não conseguem disfarçar e as suas acções chegam às páginas dos jornais.
A Eurest, que aqui já foi apresentada, também actua na Figueira da Foz.
É a empresa que serve as refeições na escola Secundária Cristina Torres. Em conversa com alguns alunos e ex-alunos daquele estabelecimento escolar ficamos a saber que os serviços da famigerada empresa têm uma qualidade muito abaixo do mínimo exigivel.
E assim, a maioria dos alunos, à excepção de um ou outro, ou os subsidiados, ou seja, os muito pobres que não têm, infelizmente, outro remédio, não utilizam a cantina, servindo-se do bar da escola e dos estabelecimentos de hotelaria que existem nas vizinhanças.
Sabendo-se que a famigerada empresa, como muitas aliás, é bem paga com o dinheiro dos contribuintes, percebe-se melhor a teoria defendida pela direita a que chamam "menos estado".
Com governos de feição é fácil despedir só porque e fazerem-se fortunas à custa de quem trabalha e paga impostos.
O proxenetismo deveria ser considerado crime.
Disse.
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alex campos
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12/28/2010 03:19:00 da manhã
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Liberdade! Liberdade!
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alex campos
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11/24/2010 02:06:00 da tarde
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Pausa
Num pequeno e merecido descanso do meu piquete sempre há tempo para ouvir o professor.
Quanto à greve, os trabalhadores têm dado boa resposta, embora os lacaios do capital e seus serventuários tenham também dado boa conta de si. São as noticias que nos chegam de agressões e intimidações a piquetes de greve, como aconteceu em Cabo Ruivo ou em Braga. Isto é uma clara demonstração da natureza de classe, fascistóide, do patronato português e uma violação antidemocrática do (ainda) constitucional direito à greve.
Vou regressar. À luta, claro.
Adenda âs 10:36 hs.
Não faço ideia, ou melhor, até posso fazer mas isso agora não vem para o caso, o que motiva um trabalhador a furar uma greve. O que julgo é que os "furas" deveriam esmerar-se para serem pontuais, pelo menos no seu papel de "furas". É que dava um toque, sei lá, de decência talvez. Estive na Câmara Municipal, integrando um piquete de greve, e a tesouraria em vez de abrir as portas às 09,00 horas, abriu às 09h09.
Feitios, digo eu.
Adenda âs 10:36 hs.
Não faço ideia, ou melhor, até posso fazer mas isso agora não vem para o caso, o que motiva um trabalhador a furar uma greve. O que julgo é que os "furas" deveriam esmerar-se para serem pontuais, pelo menos no seu papel de "furas". É que dava um toque, sei lá, de decência talvez. Estive na Câmara Municipal, integrando um piquete de greve, e a tesouraria em vez de abrir as portas às 09,00 horas, abriu às 09h09.
Feitios, digo eu.
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11/24/2010 06:38:00 da manhã
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Da greve geral
Que a Constituição da República, conhecida por Lei Fundamental, não é respeitada, é uma verdade de La Pallice.
Estamos na véspera de uma greve geral e sabemos que muitos trabalhadores, embora conscientes da oportunidade, da justiça dessa mesma greve, que, por sinal é pelos seus próprios direitos, não a vão fazer.
Refiro-me aos milhares de trabalhadores precários que se aderirem ficariam no desemprego no dia seguinte. Isto prova a natureza anti-democrática do patronato, independentemente de me dizerem que há trabalhadores que furam a greve com o intuito de agradarem ao patrão para subirem uns pontinhos no ordenado ou noutras benesses.
Puro engano, como há casos e casos que poderíamos aqui contar. É que um patrão é sempre um patrão.
Antes de me ir juntar ao meu piquete de greve, deixo-vos aqui um texto sobre as contas da greve. Que não são difíceis de fazer.
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alex campos
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11/23/2010 07:59:00 da tarde
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
24 de Novembro, Greve Geral
Com a greve geral os trabalhadores portugueses têm uma oportunidade de demonstrar o seu desagrado por esta política de consolidação do capitalismo selvagem, direi fascizante, que ostenta o pomposo nome de neo-liberalismo.
Sabendo que o objectivo da política de direita é concentrar cada vez mais a riqueza produzida nas mãos de uma minoria de nababos ociosos que nada produzem, a greve geral é, sem dúvida, uma oportunidade para se começar a dar a volta a isto.
Os sindicatos têm agora a tarefa de consciencializar e esclarecer os trabalhadores, sobretudo os menos esclarecidos, para a importância do êxito da greve. Tarefa mais facilitada tem o patronato, pois só lhe resta ameaçar aqueles milhares de trabalhadores precários, que terão, compreensivelmente, medo de ficar em casa no próximo dia 24.
A nossa solidariedade para com esses trabalhadores, primeiras vítimas da natureza de classe, anti-democrática, do patronato.
Mediante a desvalorização do trabalho que caracteriza as políticas económicas na moda, é importante para a democracia e para a situação de quem trabalha o êxito desta jornada de luta.
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10/08/2010 09:22:00 da manhã
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sábado, 18 de setembro de 2010
29 de Setembro, uma jornada de luta

Integradas na Jornada de Luta Europeia, realiza-se no próximo dia 29 várias manifestações, no Porto e em Lisboa, por exemplo, promovidas pela central sindical.
Porque é necessário lutar contra o desemprego, lutar contra as injustiças sociais. Porque se acentua a destruição da capacidade produtiva do país. Porque o desemprego é muito grave com 55% de desempregados de longa duração. Porque a precariedade atinge 38% dos jovens. Porque os direitos do trabalho são atacados e desrespeitados. Porque os salários estão mais longe da média da união europeia. Porque a economia paralela atinge mais de 20% da actividade económica. Porque a distribuição da riqueza é brutalmente injusta. Porque aumentam os níveis de pobreza e as desigualdades. Porque a fuga de capitais para os paraísos fiscais é escandalosa - mil e duzentos milhões de euros no 1º semestre deste ano!
E, porque, mais importante ainda, estou farto de filhos da puta!!!!
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9/18/2010 07:11:00 da tarde
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Os patrões e as novas tecnologias

"Um patrão é um patrão, seja aqui seja no Japão". A expressão é de um camarada meu, num artigo, há tempos, numa publicação sindical.
Claro que lhes está na massa do sangue serem como são, nem perco tempo em definições. Embora conceda que têm atenuantes. Se eles são assim é porque os deixam ser assim. Têm os vários governos que nós temos escolhido do lado deles, deixam-nos fazer tudo o que querem, como por exemplo o novo e agravado pelos "socialistas" "Código de Trabalho", que não lhes seria tão benéfico se fosse por eles próprios feito. Teriam, estou certo, um pouco mais de pudor. Aliás Bagão Félix demonstrou-o.
Mas atendendo às novas tecnologias, do que não se pode acusar o patronato é de não se ter modernizado. E de ter razões atendíveis para tal.
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8/31/2010 07:40:00 da manhã
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terça-feira, 13 de julho de 2010
O charme discreto...

Será que terei de reconsiderar o que escrevi no post anterior? Que a hipotética entrada da Guiné Equatorial na CPLP é coisa que não me repugna absolutamente nada?
Acho que deveria. Quanto mais não seja pelas qualidades dos regimes democráticos, onde se valoriza o trabalho e se tem respeito pelo ser humano.
E pensava eu que o desemprego, a fome, o trabalho precário e sem direitos eram violações dos direitos humanos.
Como estava enganado...
Acho que deveria. Quanto mais não seja pelas qualidades dos regimes democráticos, onde se valoriza o trabalho e se tem respeito pelo ser humano.
E pensava eu que o desemprego, a fome, o trabalho precário e sem direitos eram violações dos direitos humanos.
Como estava enganado...
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7/13/2010 07:52:00 da tarde
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domingo, 30 de maio de 2010
Ainda a manif: efeitos colaterais, ou não

No âmbito da manifestação de descontentamento, de indignação e de repúdio pela política de desastre social e económico teimosamente levada a cabo pelos “socialistas” a ministra do Trabalho não perdeu tempo em brincar com a inteligência de quem trabalha neste país. Diz a senhora que é pelo diálogo. Ora, quem não os conhecer que os compre, digo eu.
Mas, pelos vistos, ainda há muitos trabalhadores que os não conhece. Os que se filiam na “central sindical” do partido do governo.
Proença, o dono da tal “central sindical”, ou penduricalho patronal parafraseando alguém, diz que a manifestação prejudica a imagem do país nos mercados internacionais. Qual voz do dono. O nojento não tem a coragem de dizer o que sabe: que esta política não prejudica a imagem do país, prejudica o país.
Só quero lembrar aos trabalhadores enganados que estão filiados nesse penduricalho liderado pelo nojento Proença que esta besta é da Comissão nacional do partido do governo e que o seu penduricalho foi fundado pela CIA e pelo capital internacional. Estão sempre a tempo de emendar a mão.
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5/30/2010 12:11:00 da tarde
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sábado, 29 de maio de 2010
Trezentos mil...

Uma grande manifestação de protesto, de indignação. É legítimo pensar-se que num regime decente o governo saberia tirar as devidas ilações.
Mas num regime decente os governantes teriam vergonha, coisa que neste não usam.
A Segunda República fez ontem anos. Penso que a Terceira ...
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5/29/2010 10:42:00 da tarde
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Contra os vampiros
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alex campos
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5/25/2010 12:31:00 da manhã
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sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Vergonha? Para quê?

cartoon daqui
O patronato mais reaccionário, muito bem acolitado pelos sucessivos governos “ps,” aproveitando-se de uma falta de capacidade de indignação da maioria da carneirada, assume, desavergonhadamente, a perda de direitos dos trabalhadores que se pensavam inalienáveis como uma coisa absolutamente normal.
Embora lento este processo já se vinha impondo, mas agora é às claras. Desta vez foi o “mamão” da TAP que insultou pura e simplesmente a Constituição da República dizendo que o seu artigo 57º é coisa do século passado.
Está bem que o século passado foi só há dez anos, mas não tenho pachorra para ouvir um filho da puta qualquer dizer estas baboseiras para encher os bolsos enquanto o país se afunda.
A culminar, a incapacidade de indignação pode acarretar danos terríveis. Acabo de ouvir , via telé, que se as eleições fossem hoje, o bando de malfeitores, corruptos, sucateiros, boys e afins que nos tem governado, ganhariam. Na mesma sondagem mais de 40% dos inquiridos diz que é mau o desempenho do governo.
Assim, quem está no poder para que é que precisa de ter vergonha?
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alex campos
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3/12/2010 06:57:00 da manhã
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Lá vamos, cantando e rindo, num carrinho cor de rosa
Portugal fecha o ano de 2009 com a terceira taxa de desemprego mais elevada da zona euro. Foi de 10,4 em Dezembro.São dados que, segundo a CGTP-IN, colocam dúvidas quanto à eficácia das medidas implementadas no último ano para o combate ao desemprego.
Segundo um documento da central sindical “é preciso uma mudança de política que assuma a componente social como prioritária, assente na alteração da matriz de crescimento, na promoção de mais e melhor emprego e no firme combate à precariedade e desemprego, bem como na melhoria dos salários e das pensões enquanto elementos indispensáveis para aumentar o poder de compra das famílias e, simultaneamente, dinamizar a economia”.
Mas o governo está ao serviço de interesses particulares, e não terá nem grande interesse nem tempo para pensar no estado do país.
O que se passa com a saúde é paradigmático. Segundo noticias vindas a público esta semana, a medicina privada teve um lucro de 700 milhões. Tem, então, dado frutos a destruição do Serviço Nacional de Saúde, que pelo alerta do sindicato dos Médicos continua. Com a penalização das reformas, as quotas na carreira, o modelo de avaliação os médicos sentem-se prejudicados e, ou pedem a reforma ou fogem para o sector privado que paga melhor. A par disto vão fechando valências em hospitais com aquela mentalidade de que a saúde é um negócio e se não se fizer “x” consultas, ou “x” partos a unidade fecha.
A situação começa a ser insuportável.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Do desemprego e do lodo (croniqueta sobre uma hipocrisia)

Patrões e sindicatos estão preocupados com os números de desemprego, dizem as noticias. Consta-se que poderá já ultrapassar os 10%.
Se do lado dos sindicatos essa preocupação é naturalmente genuína, uma vez que os torna enfraquecidos por muitas e várias razões, entre as quais a diminuição do seu poder reivindicativo, a defesa dos interesses e direitos dos seus associados, do lado do patronato parece-me estarmos perante uma hipocrisia sem limites. É sabido, aliás é dos livros, que o desemprego favorece, entre outras coisas, a política de baixos salários, o que contribui para um aumento dos lucros com muito menos investimento.
Pensa-se que com a continuidade desta política, no final de 2010 Portugal tenha muito perto de um milhão de desempregados. E não vejo vontade, nem interesse da parte do governo ou de quem o sustem, de mudar este estado de coisas.
E não sei se os milhares de trabalhadores precários estão incluídos nas listas de desemprego. E o desemprego diminui, também, com o emprego de qualidade. Que não há. Serão milhares os casos e os sectores onde poderemos assistir ao que se acaba de dizer.
Um caso flagrante é os dos portos. Aqui na Figueira da Foz, como em qualquer outro porto. A título de exemplo, o porto da Figueira da Foz movimentava há cerca de 15 anos cerca de 600.000 mil toneladas de mercadoria/ano. E dava lucro. E tinha cerca de 80 estivadores.
Nos últimos 3 anos esse porto ultrapassou o milhão de toneladas/ano. O número de estivadores não chega a uma dúzia.
E como é isso possível? Perguntais vós. Simples, aos poucos a situação nos portos regressou à que era antes do 25 de Abril e que tão bem é retratada no filme de Elia Kazan “Há lodo no cais”. Os operadores têm uma lista de desempregados, superior aí umas dez vezes ou mais ao número de trabalhadores que precisam e diariamente vão chamando os que precisam, aleatoriamente ou… bem. Este tipo de contrato diário, além de ser uma violação dos direitos do homem, é uma outra nuance de trabalho precário.
Mas há um modernismo nesta coisa. Os trabalhadores não têm de se posicionar à frente do portão, como antes. Esperam que o telefone toque às 07h30 da manhã. Se não tocar lá têm de ir à vidinha procurar emprego. O que é, digamos, uma tarefa utópica. Mas os operadores portuários, para só citar este exemplo mas que serve para outros sectores, aumentaram os lucros fabulosamente.
Estarão eles preocupados com o desemprego? Sinceramente não me parece.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Empresas portuguesas lideram em Angola
A noticia não é muito surpreendente, uma vez que cá na Europa, no ano nono do século XXI, são frequentes as que nos informam que trabalhadores portugueses são escravizados e explorados seja em Espanha, Inglaterra ou Holanda. E que a maioria dos empresários é portuguesa.
Desta vez, em Angola, um encontro de sindicalistas do ramo da construção e habitação concluiu que os empresários portugueses lideram as violações aos direitos dos trabalhadores, segundo uma reportagem no jornal on-line AngoNotícias. Nas violações constam o não cumprimento da Lei Geral do Trabalho e da Lei Sindical. Numa palavra, e em português mais vernáculo, exploraram até mais não, e pelos vistos, com a passividade e consentimento do governo angolano.
Albano Calei, secretário-geral do Sindicato da Construção de Benguela, onde as empresas portuguesas são as maiores empregadoras, afirma que estas têm dificuldade em aceitar a constituição de comissões sindicais e chama a atenção para atitudes prepotentes evidenciadas por muitos gestores.
Se a liberdade sindical em Portugal está a ser coarctada não admirará muito. Bem, em Angola também não, mas nunca pensei que o governo, dito do MPLA, fosse…, quero dizer, que se pusesse a jeito para um outro modelo de colonialismo.
Desta vez, em Angola, um encontro de sindicalistas do ramo da construção e habitação concluiu que os empresários portugueses lideram as violações aos direitos dos trabalhadores, segundo uma reportagem no jornal on-line AngoNotícias. Nas violações constam o não cumprimento da Lei Geral do Trabalho e da Lei Sindical. Numa palavra, e em português mais vernáculo, exploraram até mais não, e pelos vistos, com a passividade e consentimento do governo angolano.
Albano Calei, secretário-geral do Sindicato da Construção de Benguela, onde as empresas portuguesas são as maiores empregadoras, afirma que estas têm dificuldade em aceitar a constituição de comissões sindicais e chama a atenção para atitudes prepotentes evidenciadas por muitos gestores.
Se a liberdade sindical em Portugal está a ser coarctada não admirará muito. Bem, em Angola também não, mas nunca pensei que o governo, dito do MPLA, fosse…, quero dizer, que se pusesse a jeito para um outro modelo de colonialismo.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
O pessimismo da OCDE

As previsões da OCDE indicam que Portugal, no final de 2010, terá 650.000 desempregados.
Temo que essa organização cooperativa tenha sido um pouco pessimista, e injusta, em relação à competência dos governos que os portugueses têm escolhido. Porque estes escolhem com a melhor das intenções e não se têm enganado. Não houve governo algum que não fosse capaz de aumentar as taxas de desemprego.
Portanto, penso que no final daquele prazo o governo de Portugal consiga chegar ao milhão de desempregados e, assim, exceder as previsões da OCDE.
Vai daí, resolvi fazer uma sondagem, uma vez que também estão na moda, as sondagens, aí pela blogosfera fora. Só para aquilatar se os portugueses confiam mesmo nos governos que escolhem.
Temo que essa organização cooperativa tenha sido um pouco pessimista, e injusta, em relação à competência dos governos que os portugueses têm escolhido. Porque estes escolhem com a melhor das intenções e não se têm enganado. Não houve governo algum que não fosse capaz de aumentar as taxas de desemprego.
Portanto, penso que no final daquele prazo o governo de Portugal consiga chegar ao milhão de desempregados e, assim, exceder as previsões da OCDE.
Vai daí, resolvi fazer uma sondagem, uma vez que também estão na moda, as sondagens, aí pela blogosfera fora. Só para aquilatar se os portugueses confiam mesmo nos governos que escolhem.
Aí mesmo, no canto superior direito.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Socialismo moderno? Mas isto é muito antigo, caraças...
Sem açaime
A estória é curta. Passou-se com Fátima Coelho, costureira na empresa Fersoni-Comércio Internacional, S. A., em Joane, Famalicão.
Fátima Coelho é delegada sindical e dirigente do Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes. Tem apenas 38 anos de idade e desses 38 anos, 25 foram passados a trabalhar sempre na mesma empresa. Esta empresa esteve habituada, durante anos e anos, a não ter operárias sindicalizadas, não suportando, por isso, a presença de uma delegada sindical e muito menos os frutos do seu trabalho entre as companheiras.
Em 2007 foi despedida. Com motivos tão despropositados que o Tribunal de Trabalho de Famalicão considerou o despedimento nulo.
Reintegrada na empresa, nunca mais teve descanso. As perseguições e humilhações públicas, são constantes e de toda a ordem. A última humilhação foi pagarem-lhe o ordenado em dinheiro, num saco de plástico contendo 333 moedas de um euro, mais uma de 5 cêntimos. Era o ordenado deste mês de Junho... ficou ali, exposta ao gozo, quase meia hora, a contar moedas.
A “justificação” foi o facto de ela não ter conta no mesmo banco da empresa. Ficam duas perguntas:
- Quanto estofo é preciso ter e quanta necessidade deste “fabuloso” ordenado de 333.05 euros, para suportar isto?
- Em que altura da nossa vida democrática é que este tipo de “empresários” se convenceu de que pode fazer seja o que for, impunemente?
- Quem atiraria a primeira pedra a um operário que, nestas circunstâncias, se esquecesse momentaneamente das boas maneiras e rachasse "as hastes" deste patrão de alto a baixo?
A estória é curta. Passou-se com Fátima Coelho, costureira na empresa Fersoni-Comércio Internacional, S. A., em Joane, Famalicão.
Fátima Coelho é delegada sindical e dirigente do Sindicato Têxtil do Minho e Trás-os-Montes. Tem apenas 38 anos de idade e desses 38 anos, 25 foram passados a trabalhar sempre na mesma empresa. Esta empresa esteve habituada, durante anos e anos, a não ter operárias sindicalizadas, não suportando, por isso, a presença de uma delegada sindical e muito menos os frutos do seu trabalho entre as companheiras.
Em 2007 foi despedida. Com motivos tão despropositados que o Tribunal de Trabalho de Famalicão considerou o despedimento nulo.
Reintegrada na empresa, nunca mais teve descanso. As perseguições e humilhações públicas, são constantes e de toda a ordem. A última humilhação foi pagarem-lhe o ordenado em dinheiro, num saco de plástico contendo 333 moedas de um euro, mais uma de 5 cêntimos. Era o ordenado deste mês de Junho... ficou ali, exposta ao gozo, quase meia hora, a contar moedas.
A “justificação” foi o facto de ela não ter conta no mesmo banco da empresa. Ficam duas perguntas:
- Quanto estofo é preciso ter e quanta necessidade deste “fabuloso” ordenado de 333.05 euros, para suportar isto?
- Em que altura da nossa vida democrática é que este tipo de “empresários” se convenceu de que pode fazer seja o que for, impunemente?
- Quem atiraria a primeira pedra a um operário que, nestas circunstâncias, se esquecesse momentaneamente das boas maneiras e rachasse "as hastes" deste patrão de alto a baixo?
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alex campos
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7/14/2009 12:12:00 da manhã
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