sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Quadri-Skull (Remo)


Uma das boas tripulações ginasistas da actualidade. Seguindo a foto, da esquerda para a direita, João Barroso, Alexandre Baptista, Bruno Freitas e Rui Forte.
Na época 2004/05 foram campeões nacionais na categoria de iniciados e, na época seguinte obtiveram o segundo lugar nos Nacionais de Verão e o terceiro nos de Inverno.
Já na categoria de juvenis, em 06/07, ficaram em segundo nos Nacionais de Inverno.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Volodimir Batyuk (Halterofilismo)


De origem ucraniana, a viver há uns tempos na Figueira da Foz, tem 15 anos e frequenta o 9ª ano na Escola Secundária Bernardino Machado. Expressa-se muito bem na língua de Camões mas não deixa de a considerar muito difícil.
Antigo praticante de TaeKonDo, diz ele quando era novo, mas foi mesmo quando era pequenino, poderá ser a mais séria esperança actual do desporto figueirense. No último campeonato nacional de Halterofilismo, em 17 de Novembro, realizado no Pavilhão do Ginásio, ainda juvenil, conseguiu um 3º lugar absoluto, com uma marca considerável, na perspectiva de entendidos na matéria: um total de 185 kgs. (80 no arremesso e 105 no arranque).

domingo, 6 de janeiro de 2008

Um regresso à blogosfera


Depois de umas férias blogosféricas algo forçadas, o meu amigo Carlos Freitas está de volta. No seu estilo inconfundível, ora cultivando a História ora historiando e estoriando pedaços de Cultura. Tudo isto ao sabor e ao ritmo de sensações, emoções, estados de espírito outros, que, vagueando por aqui e por ali, tão livremente, só podiam mesmo desaguar nas Prosas Vadias.
Vale a pena um passeio por lá. Ide e… boa vadiagem.
Um abraço, Carlos.

Foi você que pediu um táxi?


Aqui está ele.
Conduzido por Samuel, a garantia de uma muito boa viagem, durante a qual se fala de um grande poeta e professor de História, colorindo este Domingo cinzento.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Não se bê bibalma …

Foto: alex campos

Nem marinheiros… nem estivadores…
Vai daí já foi tudo para o ravaion…
Seria uma desfaçatez da minha parte desejar um próspero ano novo a todos, isto derivado do governo que temos e da situação em que isto está. Tenho a sensação que estaria a ser hipócrita. É que isto está pior do que quando um capitão de cavalaria disse aos seus soldados para irem até Lisboa para acabarem com o “estado a que isto chegou!!!!”.
De qualquer maneira faço votos para que tenham o melhor ano possível.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Grande Graeme


“Sempre me interroguei como é que os franceses continuam a cantar, como canto nacional, um canto de guerra, com palavras belicosas, sanguinárias e racistas”.
Graeme Allwright, cantor francês de origem neo-zelandesa, escreveu uma nova letra para a “Marselhesa”, e colocou uma petição on-line para que pudesse ser aprovada. Não faço ideia se é só para cidadãos franceses, isto porque, se for também para francófilos, claro que eu também subscrevo.
Mas, já agora, dedico uma balada de Graeme a todos os soldados americanos que, seja no Iraque, no Afeganistão, ou algures, defendem galhardamente a sua pátria. Creio que um dos meus cantores preferidos não levará a mal.


sábado, 29 de dezembro de 2007

Mensagem de Ano Novo… ou talvez não (croniqueta de fim-de-semana)




Para quem viu o filme de Elia Kazan “Há lodo no Cais”, aliás com uma excepcional interpretação de Marlon Brando, pensará que aquilo pertencerá ao passado. E é a pura verdade, uma vez que a obra, cuja acção se passa nos States, data de 1954.
Só que, em Portugal, mesmo antes do 25 de Abril, as coisas passavam-se exactamente da mesma forma. Era assim: os desfavorecidos do sistema, os deserdados da fortuna, acumulavam-se em frente do portão do porto, com a esperança de serem chamados para mais uma jornada de trabalho na estiva.
E havia um, chamemos-lhe jagunço, cão-de-fila, bulldog ou coisa que o valha, que escolhia quem iria trabalhar nesse dia. Claro que poderia haver, não sei se houve, mas o sistema estava bem montado nesse sentido e estivadores desse tempo têm-me dito que sim, chico-espertice por parte do dito jagunço para escolher este e este em detrimento daquele e daquele.
Mas as coisas evoluíram. Quer dizer, mudaram qualquer coisa para poderem continuar na mesma. Mas que houve uma evolução notória, lá isso houve.
Agora os tais deserdados não precisam de ir para a frente do portão, basta estarem em casa, que o telefone, ou telemóvel, que isto de tecnologias vai de vento em popa, há-de tocar e, pronto, hoje há trabalho. Também há um funcionário, que tem uma lista de desempregados, de homens com emprego precário, os ditos deserdados, de estudantes até, e todas as manhãs, recebendo a informação de quantos homens são precisos, lá dá início ao seu trabalho, o de chamar os homens necessários para aquele dia. E tudo isto com a complacência dos sindicatos, que tal como então…
Não sei se repararam na evolução, sobretudo social: os trabalhadores não precisam de ir para a frente do portão, ao frio ou à chuva ou ao vento, sem terem a certeza de terem trabalho nesse dia, levantando-se assim só mesmo se tiverem de ir trabalhar. O mesmo vale para o funcionário encarregado de os chamar, nomear, escolher… bem, como queiram, que isto é uma democracia.
Também não sei se isto é legal, se é constitucional, ou se estes trabalhadores contribuem para as estatísticas de diminuição de desemprego.
Ninguém saberá, mas que com esta evolução os trabalhadores dos portos nestas condições, quer dizer, com contrato diário, ou sem trabalho certo, portanto precário, são já bem muito mais de cinquenta por cento, não haverá muitas dúvidas.
Que continua a haver lodo no cais, lá isso…

Adenda 1: um especialista na matéria afirmou recentemente que Portugal dentro de 12 anos será o país mais pobre da União Europeia. Mas temos uma vantagem. A de, coerentemente com a nossa mentalidade feudal, termos também os mais prósperos banqueiros, investidores, patronato fascistóide e outros proxenetas do género da União Europeia.

Adenda 2: o primeiro-ministro José Sócrates recebeu recentemente um apoio invulgar e inusitado. O supostamente “líder” da Oposição diz que quer acabar com o Estado. O que se pode depreender destas declarações, não pode ser senão o acabar com o restinho da função social do Estado, que os “socialistas” ainda não, possivelmente por incompetência, liquidaram.
Das duas, uma: ou os rosa-laranja andam a brincar com a nossa inteligência ou somos estúpidos que nem pneus.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Manuel Teixeira (Kickboxing)

Manuel Teixeira arbitra um combate internacional

É o principal responsável pela secção de Kickboxing do GCF, coordenador das Selecções Nacionais de seniores e juniores e membro da Direcção Técnica Nacional. Além de conceituado treinador, pois foi por diversas vezes considerado melhor treinador nacional, também como árbitro foi referenciado como um dos melhores internacionais.
Enquanto atleta foi campeão nacional e ibérico de Full-contact de 1986 a 1990 e Medalha de Bronze no Campeonato da Europa.
É graduado em Cinturão Negro V Dan, reconhecido pela Federação Internacional WAKO.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Luís Silva (Ténis de Mesa)


É possivelmente o atleta figueirense com melhor registo. Campeão nacional em 1966, foi o mais jovem campeão nacional de todos os tempos.
Em 1968 foi campeão por equipas e venceu a Taça de Portugal (com Fernando Calouro e João Maçãs) e de pares com João Maçãs. No ano seguinte, 1969, repetiu o título de pares, desta vez com Fernando Calouro.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Só se lembra dos caminhos velhos...


...quem tem saudades da terra.
É reconfortante ouvirmos estes dois senhores.
A "Aldeia Olímpica" deseja a todos os atletas e aos seus visitantes um bom Natal.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

José Carlos Sousa (Ciclismo)






Corre em bicicleta, mas não no ciclismo tradicional. A modalidade chama-se DownHill, pratica-se com uma bicicleta de montanha e as provas são sempre a descer. Não seria mau se não fossem por “maus caminhos”.
Mas para José Carlos Sousa os caminhos até têm sido bons. Confere já 4 títulos nacionais de DownHill (99, 2000, 2003 e 2005), e duas Taças de Portugal. Em 1998, ano anterior ao seu primeiro título nacional, foi também o segundo melhor português no Campeonato do Mundo.