terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Este governo é uma mais valia
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alex campos
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1/15/2008 04:00:00 da tarde
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domingo, 13 de janeiro de 2008
Dromedários e outras aves (croniqueta de fim-de-semana)
Quando o inefável e bonacheirão e faraónico ministro diz que “nem sempre somos felizes no que dizemos”, está, para além de uma mera exibição de falsa modéstia, a fazer de nós parvos. Isto porque ele sabia muito bem o que estava a dizer e o que estava a defender, ao ponto de cair no ridículo de considerar aquela região (Sul do Tejo) um deserto. Não defendeu a política do seu governo com convicção, até porque aquela gente não é de convicções. Defendeu-a porque estava programado para tal.
Ora, a decisão era para a OTA, fosse de que maneira fosse. E o ministro defendeu a tese com denodo. Aí nada a dizer. A lealdade ao dono é de enaltecer (até rimei).
Mas houve um volte-face. E simplesmente porque não há poder político, o que é grave. Este é que teria de definir onde ficaria ou não ficaria o aeroporto. Mas não existe. Existem comissários políticos a soldo de lobbies poderosos. Os do poder económico, sempre especulativo. E este resolveu outra coisa. E deu nisto. Resolveram que seria no “deserto” a localização do dito aeroporto. E como quem manda é quem pode…
Mas depois de uma trapalhada destas só restaria ao dito ministro uma saída airosa, digna: a demissão. Restaria, se houvesse vergonha, dignidade, mas enfim. Acrescentaria mais: ao ministro e aos seus correligionários do governo.
O resto da confraria xuxa é a mesma coisa. Veja-se o que se passa na saúde. Anda o ministro a fechar hospitais, a retirar valências a outros, para o bem comum, diz ele, para melhorar os serviços, diz ele.
O que se passa no hospital da Figueira da Foz é paradigmático e desmente-o. Em poucos anos reduziu para metade o número de consultas externas e cirurgias, os figueirenses passaram a nascer ou nas urgências ou na auto-estrada. Tudo em nome da produtividade? Isto confunde-me. Sempre pensei, e cresci com essa convicção, e eu sou pessoa de convicções, de que os hospitais eram sítios para tratarem as pessoas. E como é que o ministro consegue esta perfomance? Fácil: contam com a dedicação e eficiência de uma comissão (de liquidação?), devidamente escolhida e nomeada, que tal como os ministros, obedecem cegamente, estão bem programados, e lá vão levando a água ao seu moinho.
No antigamente, no tempo da ditadura, dizia-se “há sempre alguém que diz não”. Agora, nova versão, (lá estou eu a rimar outra vez) “há sempre alguém que se põe a jeito”.
Será esta a diferença?
Ora, a decisão era para a OTA, fosse de que maneira fosse. E o ministro defendeu a tese com denodo. Aí nada a dizer. A lealdade ao dono é de enaltecer (até rimei).
Mas houve um volte-face. E simplesmente porque não há poder político, o que é grave. Este é que teria de definir onde ficaria ou não ficaria o aeroporto. Mas não existe. Existem comissários políticos a soldo de lobbies poderosos. Os do poder económico, sempre especulativo. E este resolveu outra coisa. E deu nisto. Resolveram que seria no “deserto” a localização do dito aeroporto. E como quem manda é quem pode…
Mas depois de uma trapalhada destas só restaria ao dito ministro uma saída airosa, digna: a demissão. Restaria, se houvesse vergonha, dignidade, mas enfim. Acrescentaria mais: ao ministro e aos seus correligionários do governo.O resto da confraria xuxa é a mesma coisa. Veja-se o que se passa na saúde. Anda o ministro a fechar hospitais, a retirar valências a outros, para o bem comum, diz ele, para melhorar os serviços, diz ele.
O que se passa no hospital da Figueira da Foz é paradigmático e desmente-o. Em poucos anos reduziu para metade o número de consultas externas e cirurgias, os figueirenses passaram a nascer ou nas urgências ou na auto-estrada. Tudo em nome da produtividade? Isto confunde-me. Sempre pensei, e cresci com essa convicção, e eu sou pessoa de convicções, de que os hospitais eram sítios para tratarem as pessoas. E como é que o ministro consegue esta perfomance? Fácil: contam com a dedicação e eficiência de uma comissão (de liquidação?), devidamente escolhida e nomeada, que tal como os ministros, obedecem cegamente, estão bem programados, e lá vão levando a água ao seu moinho.
No antigamente, no tempo da ditadura, dizia-se “há sempre alguém que diz não”. Agora, nova versão, (lá estou eu a rimar outra vez) “há sempre alguém que se põe a jeito”.
Será esta a diferença?
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1/13/2008 08:26:00 da manhã
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Opinião
Já começamos a abrir a pestana?

Nos noticiários desta madrugada pode-se ouvir que o líder do PCP, Jerónimo de Sousa, foi recebido, ontem, com entusiasmo em terreno laranja. Foi na Anadia, e o secretário-geral do maior partido de esquerda com representação parlamentar afirmou que quem lá devia estar não era ele, era o ministro da saúde, para ouvir a população.
Será a exemplificação prática daquele dito popular: "só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja"?A voz ao poeta:
Isto vai meus amigos, isto vai
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente
Isto vai meus amigos, isto vai
o que é preciso é ter presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente
Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.
O que é preciso é termos confiança
se fizermos de maio a nossa lança
isto vai meus amigos, isto vai.
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1/13/2008 05:02:00 da manhã
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PCP
sábado, 12 de janeiro de 2008
Afinal, não é o céu que não tem limites...
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1/12/2008 10:02:00 da manhã
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1/12/2008 02:28:00 da manhã
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Quadri-Skull (Remo)

Uma das boas tripulações ginasistas da actualidade. Seguindo a foto, da esquerda para a direita, João Barroso, Alexandre Baptista, Bruno Freitas e Rui Forte.
Na época 2004/05 foram campeões nacionais na categoria de iniciados e, na época seguinte obtiveram o segundo lugar nos Nacionais de Verão e o terceiro nos de Inverno.
Já na categoria de juvenis, em 06/07, ficaram em segundo nos Nacionais de Inverno.
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1/11/2008 10:44:00 da manhã
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Remo
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Volodimir Batyuk (Halterofilismo)
De origem ucraniana, a viver há uns tempos na Figueira da Foz, tem 15 anos e frequenta o 9ª ano na Escola Secundária Bernardino Machado. Expressa-se muito bem na língua de Camões mas não deixa de a considerar muito difícil.
Antigo praticante de TaeKonDo, diz ele quando era novo, mas foi mesmo quando era pequenino, poderá ser a mais séria esperança actual do desporto figueirense. No último campeonato nacional de Halterofilismo, em 17 de Novembro, realizado no Pavilhão do Ginásio, ainda juvenil, conseguiu um 3º lugar absoluto, com uma marca considerável, na perspectiva de entendidos na matéria: um total de 185 kgs. (80 no arremesso e 105 no arranque).
Antigo praticante de TaeKonDo, diz ele quando era novo, mas foi mesmo quando era pequenino, poderá ser a mais séria esperança actual do desporto figueirense. No último campeonato nacional de Halterofilismo, em 17 de Novembro, realizado no Pavilhão do Ginásio, ainda juvenil, conseguiu um 3º lugar absoluto, com uma marca considerável, na perspectiva de entendidos na matéria: um total de 185 kgs. (80 no arremesso e 105 no arranque).
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1/08/2008 12:05:00 da manhã
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Halterofilismo
domingo, 6 de janeiro de 2008
Um regresso à blogosfera

Depois de umas férias blogosféricas algo forçadas, o meu amigo Carlos Freitas está de volta. No seu estilo inconfundível, ora cultivando a História ora historiando e estoriando pedaços de Cultura. Tudo isto ao sabor e ao ritmo de sensações, emoções, estados de espírito outros, que, vagueando por aqui e por ali, tão livremente, só podiam mesmo desaguar nas Prosas Vadias.
Vale a pena um passeio por lá. Ide e… boa vadiagem.
Um abraço, Carlos.
Vale a pena um passeio por lá. Ide e… boa vadiagem.
Um abraço, Carlos.
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1/06/2008 10:54:00 da manhã
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Carlos Freitas
Foi você que pediu um táxi?

Aqui está ele.
Conduzido por Samuel, a garantia de uma muito boa viagem, durante a qual se fala de um grande poeta e professor de História, colorindo este Domingo cinzento.
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1/06/2008 09:19:00 da manhã
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Música
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Dia de treino (Remo - GCF)
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1/03/2008 05:35:00 da manhã
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Dia de treino
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Não se bê bibalma …
Nem marinheiros… nem estivadores…
Vai daí já foi tudo para o ravaion…
Seria uma desfaçatez da minha parte desejar um próspero ano novo a todos, isto derivado do governo que temos e da situação em que isto está. Tenho a sensação que estaria a ser hipócrita. É que isto está pior do que quando um capitão de cavalaria disse aos seus soldados para irem até Lisboa para acabarem com o “estado a que isto chegou!!!!”.
De qualquer maneira faço votos para que tenham o melhor ano possível.
Vai daí já foi tudo para o ravaion…
Seria uma desfaçatez da minha parte desejar um próspero ano novo a todos, isto derivado do governo que temos e da situação em que isto está. Tenho a sensação que estaria a ser hipócrita. É que isto está pior do que quando um capitão de cavalaria disse aos seus soldados para irem até Lisboa para acabarem com o “estado a que isto chegou!!!!”.
De qualquer maneira faço votos para que tenham o melhor ano possível.
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12/31/2007 06:08:00 da tarde
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Fotografia
domingo, 30 de dezembro de 2007
Grande Graeme

“Sempre me interroguei como é que os franceses continuam a cantar, como canto nacional, um canto de guerra, com palavras belicosas, sanguinárias e racistas”.
Graeme Allwright, cantor francês de origem neo-zelandesa, escreveu uma nova letra para a “Marselhesa”, e colocou uma petição on-line para que pudesse ser aprovada. Não faço ideia se é só para cidadãos franceses, isto porque, se for também para francófilos, claro que eu também subscrevo.
Mas, já agora, dedico uma balada de Graeme a todos os soldados americanos que, seja no Iraque, no Afeganistão, ou algures, defendem galhardamente a sua pátria. Creio que um dos meus cantores preferidos não levará a mal.
Mas, já agora, dedico uma balada de Graeme a todos os soldados americanos que, seja no Iraque, no Afeganistão, ou algures, defendem galhardamente a sua pátria. Creio que um dos meus cantores preferidos não levará a mal.
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12/30/2007 03:22:00 da tarde
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Música
sábado, 29 de dezembro de 2007
Mensagem de Ano Novo… ou talvez não (croniqueta de fim-de-semana)

Para quem viu o filme de Elia Kazan “Há lodo no Cais”, aliás com uma excepcional interpretação de Marlon Brando, pensará que aquilo pertencerá ao passado. E é a pura verdade, uma vez que a obra, cuja acção se passa nos States, data de 1954.
Só que, em Portugal, mesmo antes do 25 de Abril, as coisas passavam-se exactamente da mesma forma. Era assim: os desfavorecidos do sistema, os deserdados da fortuna, acumulavam-se em frente do portão do porto, com a esperança de serem chamados para mais uma jornada de trabalho na estiva.
E havia um, chamemos-lhe jagunço, cão-de-fila, bulldog ou coisa que o valha, que escolhia quem iria trabalhar nesse dia. Claro que poderia haver, não sei se houve, mas o sistema estava bem montado nesse sentido e estivadores desse tempo têm-me dito que sim, chico-espertice por parte do dito jagunço para escolher este e este em detrimento daquele e daquele.
Mas as coisas evoluíram. Quer dizer, mudaram qualquer coisa para poderem continuar na mesma. Mas que houve uma evolução notória, lá isso houve.
Agora os tais deserdados não precisam de ir para a frente do portão, basta estarem em casa, que o telefone, ou telemóvel, que isto de tecnologias vai de vento em popa, há-de tocar e, pronto, hoje há trabalho. Também há um funcionário, que tem uma lista de desempregados, de homens com emprego precário, os ditos deserdados, de estudantes até, e todas as manhãs, recebendo a informação de quantos homens são precisos, lá dá início ao seu trabalho, o de chamar os homens necessários para aquele dia. E tudo isto com a complacência dos sindicatos, que tal como então…
Não sei se repararam na evolução, sobretudo social: os trabalhadores não precisam de ir para a frente do portão, ao frio ou à chuva ou ao vento, sem terem a certeza de terem trabalho nesse dia, levantando-se assim só mesmo se tiverem de ir trabalhar. O mesmo vale para o funcionário encarregado de os chamar, nomear, escolher… bem, como queiram, que isto é uma democracia.
Também não sei se isto é legal, se é constitucional, ou se estes trabalhadores contribuem para as estatísticas de diminuição de desemprego.
Ninguém saberá, mas que com esta evolução os trabalhadores dos portos nestas condições, quer dizer, com contrato diário, ou sem trabalho certo, portanto precário, são já bem muito mais de cinquenta por cento, não haverá muitas dúvidas.
Que continua a haver lodo no cais, lá isso…
Adenda 1: um especialista na matéria afirmou recentemente que Portugal dentro de 12 anos será o país mais pobre da União Europeia. Mas temos uma vantagem. A de, coerentemente com a nossa mentalidade feudal, termos também os mais prósperos banqueiros, investidores, patronato fascistóide e outros proxenetas do género da União Europeia.
Adenda 2: o primeiro-ministro José Sócrates recebeu recentemente um apoio invulgar e inusitado. O supostamente “líder” da Oposição diz que quer acabar com o Estado. O que se pode depreender destas declarações, não pode ser senão o acabar com o restinho da função social do Estado, que os “socialistas” ainda não, possivelmente por incompetência, liquidaram.
Das duas, uma: ou os rosa-laranja andam a brincar com a nossa inteligência ou somos estúpidos que nem pneus.
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alex campos
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12/29/2007 05:55:00 da manhã
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Opinião
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Manuel Teixeira (Kickboxing)
É o principal responsável pela secção de Kickboxing do GCF, coordenador das Selecções Nacionais de seniores e juniores e membro da Direcção Técnica Nacional. Além de conceituado treinador, pois foi por diversas vezes considerado melhor treinador nacional, também como árbitro foi referenciado como um dos melhores internacionais.
Enquanto atleta foi campeão nacional e ibérico de Full-contact de 1986 a 1990 e Medalha de Bronze no Campeonato da Europa.
É graduado em Cinturão Negro V Dan, reconhecido pela Federação Internacional WAKO.
Enquanto atleta foi campeão nacional e ibérico de Full-contact de 1986 a 1990 e Medalha de Bronze no Campeonato da Europa.
É graduado em Cinturão Negro V Dan, reconhecido pela Federação Internacional WAKO.
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12/27/2007 12:27:00 da manhã
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kickboxing
domingo, 23 de dezembro de 2007
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