Então, ouçemos uma voz. A de Graeme Allwright interpretando uma sua versão, em francês, da canção "Who killed Davy Moore", de Bob Dylan. Aí vai.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Dia Mundial da Voz
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4/16/2008 02:22:00 da tarde
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O Comentário
Anónimo disse...
É vital para a lucidez própria, compreender que cada história é datada e tem contexto e, assim, deve ser visitada. Viver dela, esquecendo o tempo que passa, é pateticamente insensato.Não o descernir, faz com que a mente se enrede no novelo fatal dos limos velhos. É esse o caminho dos náufragos da História.
15/4/08 19:37É vital para a lucidez própria, compreender que cada história é datada e tem contexto e, assim, deve ser visitada. Viver dela, esquecendo o tempo que passa, é pateticamente insensato.Não o descernir, faz com que a mente se enrede no novelo fatal dos limos velhos. É esse o caminho dos náufragos da História.
Resolvi evocar o 25 de Abril, ou seja, o espírito que ele encerra, porque no estado em que isto está não haverá muitos motivos para celebrações, com uma homenagem ao José Martins, na forma de recordar textos seus.
Os que tenho escolhido têm a ver, directa ou indirectamente, com a data, com o que ela significa, as preocupações sociais, a solidariedade, a esperança que renasceu com o acontecimento.
O primeiro texto é uma recordação pessoal do Zé, em que ele e a sua família foram vítimas da actuação dos pidescos, possíveis correligionários de quem agora se incomoda e quer branquear ou esquecer a História. O segundo texto não estava nas minhas cogitações mostrá-lo, não fora a actualidade e a oportunidade o terem imposto, veio mesmo a talhe de foice.
O terceiro, sobre os velhos. Na altura ainda a Figueira não me tinha adoptado, ainda eu não conhecia o Zé. O Agostinho poderá recordar as circunstâncias e confirmar se a minha imaginação acerca estará muito longe, ou não, da realidade. É assim: o Zé viu algures a foto e lembrou-se ou teve um flash ou uma inspiração ou o que quer que seja que o terá levado a glosá-la. Fez uma ternurenta homenagem à terceira idade. É poético. É eterno.
Vem esta relambória toda só para recordar que os textos do Zé até agora publicados são actuais e bem poderiam ter sido escritos agora.
Tive o cuidado de indicar a data exacta da edição em que saíram, não por necessidade premente, pois bastaria dizer que são do Zé e que foram publicados no Barca Nova, jornal local que esteve nas bancas entre 1977 e 1984, e do qual o Zé foi o director.
Ao que parece, entrincheirado no anonimato, alguém ficou incomodado e teve mesmo que vomitar. Seria muito mais decente se se identificasse e assinasse o seu próprio vómito. Isto é, em vez de tentar lavar a História, lave-se a si mesmo.
Sr. Anónimo: se tem comichão, coce aqui. E, olhe, não naufrague.
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4/16/2008 02:09:00 da tarde
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25 de Abril,
Opinião
segunda-feira, 14 de abril de 2008
G.P.C.M.M.C.S.

Grande Prémio do Comentário Malcriado Mais Curto da Semana
Já há dois concorrentes de peso. Será fácil escolher um favorito entre os dois que já se apresentaram a concurso, pois um dos comentários é bem mais pequeno que o outro.
Mas clique. Em qual votaria?
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4/14/2008 08:59:00 da manhã
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E sempre que Abril aqui passar... (IV)
Também os velhos são uma bandeira
(José Martins, in jornal Barca Nova, 3 de Março de 1978)
(José Martins, in jornal Barca Nova, 3 de Março de 1978)
Estes dois velhos guardarão das suas vidas muitas recordações. Mas deixaram-nas apagar, como a um deles aconteceu com o cigarro. De que lhes valeria, também, recordar os tempos idos? A vida foi dos outros, dos que brincaram em meninos, dos que frequentaram a escola, dos que puderam seguir um rumo certo e definido. Agora eles!... terão alguma vez sido meninos? Tudo quanto se sabe é que chegaram à derradeira etapa com uma certeza aterradora: a de que os esperava um lento agonizar às mãos da caridade.
E no entanto, ninguém vai garantir que não foram trabalhadores dos mais esforçados, que não deram o melhor do seu suor na defesa do ofício que abraçaram sem escolha. Mas quando o fim chegou, quando os braços caíram e o corpo pediu descanso, toda uma vida que já fora de sacrifício, de privações e de trabalho, se esfumou na esmola de uma sopa.Há no gesto destes dois homens todo o calor e o encanto da solidariedade. Mas não há apenas isso. Se virdes bem, também há todo o retrato de uma época que queremos ver desaparecida; há o alento para uma luta que desejamos ver continuada; há o alvorecer de uma jornada que precisa ser defendida; há uma bandeira que se nos dá para empenhar e progredir; há todo um Abril que nasce na expressão dos dois velhos.
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4/14/2008 07:58:00 da manhã
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25 de Abril
sábado, 12 de abril de 2008
A democracia plena, total, tolerante, esquizofrénica e tudo...

Conhece o cartoonista brasileiro Carlos Latuff? Está monitorado pelos serviços de informação americanos. O que é que isso quer dizer?
O artista figueirense Fernando Campos, apresenta-nos Latuff e conta-nos o que se passa.
Adenda, às 14,47 hs.: Já que falamos em democracia, direiros humanos e outras tretas, aí vai mais uma, que me chegou via Prosas Vadias.
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4/12/2008 11:22:00 da manhã
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
Pedro Ferreira (Atletismo)
Estudante da Escola Joaquim de Carvalho, esta atleta da Sociedade União Operária, foi primeiro classificado no nacional de pista coberta – provas combinadas – na categoria de iniciados. Tem 14 anos de idade e 3 de atletismo, e gosta de igual modo das 3 provas em que participou, ou seja, salto em comprimento, 60m barreiras e lançamento de peso.
Na mesma competição, o juvenil Pedro Moçamedes obteve o primeiro lugar, e Luís Cardoso o 3º na categoria de infantil B.
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4/11/2008 02:22:00 da tarde
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Atletismo
quarta-feira, 9 de abril de 2008
E sempre que Abril aqui passar… (III)
Só pela actualidade, vale a pena recordar a pena do Zé neste pequeno apontamento.
Se ele cá estivesse, duvido que glosasse este seu pequeno texto. Porque ele não ia em comédias. E é do que se trata.
O Anjo (José Martins, in Barca Nova, 19 de Fevereiro de 1982)
Se ele cá estivesse, duvido que glosasse este seu pequeno texto. Porque ele não ia em comédias. E é do que se trata.
O Anjo (José Martins, in Barca Nova, 19 de Fevereiro de 1982)
Era uma vez um Anjo, correia de transmissão do que de mais imbecil havia na corte. O Anjo foi feito porta-voz da corte.
Era uma vez um Anjo, correia de transmissão do que de mais parvo havia na corte. O Anjo foi feito conselheiro da corte.
Era uma vez um Anjo, correia de transmissão do que de mais tolo havia na corte. O Anjo foi feito estratego da corte.
Mas porque o Anjo só fazia rir como porta-voz da corte; só fazia rir como conselheiro da corte; só fazia rir como estratego da corte, razão tinha o Povo quando o Povo dizia: - o Anjo o que é, é o bobo da corte.
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4/09/2008 01:48:00 da tarde
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25 de Abril
terça-feira, 8 de abril de 2008
Augusto Alberto (Atletismo e Remo)
Mais conhecido como treinador de Remo, Augusto Alberto também foi um atleta com algumas credenciais. Vestiu as cores do GR Vilaverdense, do Santa Clara e do União de Coimbra. Correu a Maratona em 02H30 e cobriu a dupla légua num tempo inferior à meia-hora.
No remo treinou durante muitos anos a Associação Naval 1º de Maio e o Ginásio, clubes em que os seus atletas conferiram vários títulos nacionais bem como excelentes perfomances em regatas internacionais e campeonatos do Mundo. Entre os dois clubes esteve nas selecções juvenis. Recentemente transitou da selecção principal para a sub-23.
Augusto Alberto está intimamente ligado ao que é o maior feito do Remo figueirense até à data. Como treinador, e como atleta, da única vitória de uma tripulação de Shell 8+ da Figueira da Foz num campeonato nacional. Foi em 2004, vitória que, aliás, já fizemos referência.
Como treinador terá festejado a vitória como nenhum outro, já que ia bem posicionado no barco. O treinador era o timoneiro. Ou seja, só ele poderá dizer se esta vitória teve, ou não, um duplo sabor. Já agora, triplo, por ter sido a primeira. E até agora, única.
No remo treinou durante muitos anos a Associação Naval 1º de Maio e o Ginásio, clubes em que os seus atletas conferiram vários títulos nacionais bem como excelentes perfomances em regatas internacionais e campeonatos do Mundo. Entre os dois clubes esteve nas selecções juvenis. Recentemente transitou da selecção principal para a sub-23.
Como treinador terá festejado a vitória como nenhum outro, já que ia bem posicionado no barco. O treinador era o timoneiro. Ou seja, só ele poderá dizer se esta vitória teve, ou não, um duplo sabor. Já agora, triplo, por ter sido a primeira. E até agora, única.
domingo, 6 de abril de 2008
E sempre que Abril aqui passar… (II)

Fascismo nunca mais!
- Um episódio (mais um) do tenebroso regime do “Manholas” de Santa Comba
José Martins (in jornal “Barca Nova”, 19 de Dezembro de 1980)
Não constitui novidade para ninguém ter sido o regime de Salazar um regime castrador da livre expressão do pensamento.Servido e suportado por um verdadeiro terrorismo policial, havia polícias para tudo. Para os jornais, por exemplo, os polícias eram conhecidos como censores, gente por norma rebuscada nas alfurjas mais ignorantes do exército devoto. Cortavam a esmo, na maioria dos casos sem mesmo saberem por que cortavam. Era essa ignorância, aliás, uma das características mais notórias do censor, íamos a dizer a condição sem a qual nenhum deles seria admitido para o desempenho da função. Coisa que não percebessem – e raramente eles entendiam fosse o que fosse – era certo e sabido: cortavam. A cortar levaram por isso meio século os polícias dos jornais, dos filmes, do teatro, das revistas e dos livros.
A denúncia pública de um bom número dos actos abjectos praticados pelos esbirros de Salazar e de Caetano, já veio a lume por diversas formas: reportagens, entrevistas, conferências e colóquios, de tudo um pouco tem havido por aí além. Mas trabalho sistematizado, pacientemente recolhido e seleccionado, é sem dúvida o que está a ser objecto (pelo menos nas intenções…) da Comissão do Livro Negro sobre o Regime Fascista. Com lacunas? É evidente que sim. Muita da documentação-base anda dispersa, o trabalho de recolha tem forçosamente de ser difícil e incompleto. Apesar disso, contudo, a comissão (que não pode dar por concluído o seu trabalho sem uma obra de fôlego sobre o terrorismo fascista) vem a dar-nos uma ideia suficientemente desenvolvida sobre a estupidez dos censores.Primeiro foi a denúncia do processo da burla eleitoral durante o tenebroso regime; agora, em 2 tomos distintos, chegou a vez da política de informação. Seguir-se-à um novo volume, abordagem circunstanciada de uma nova temática: Livros proibidos no regime fascista.
Ora é precisamente de um deles, redigido por um figueirense adoptivo, que hoje damos conta aos nossos leitores, através do fac-símile de um ofício da Censura e das gravuras de 2 desenhos originais previstos para a referida obra: um, do talentoso caricaturista Francisco Valença; outro, do eminente cientista e homem de letras Abel Salazar.A Liberdade e os humildes na obra de Eça de Queirós, da autoria de Rui Fernandes Martins, foi o produto de muito trabalho de um homem toda a vida preocupado com os problemas da cultura do nosso Povo, sobretudo do nosso Povo mais carecido de instrução. Ali defendia, Rui Martins, uma tese original e polémica acerca da obra do imortal romancista. Não foi possível, porém, a publicação da tese. Suspensa, primeiro, pela comissão de Censura de Coimbra, os serviços centrais, em Lisboa, não permitiriam depois a sua saída. Mas não ficou por aqui a canalha salazarista: dias após a recepção do ofício cujo fac-símile hoje publicamos, uma criança com 7 anos de idade escancararia as portas de sua casa a 3 cavalheiros que se disseram amigos e, segundo eles, precisavam de falar com o papá. Eram os 3 cavalheiros, agentes da PIDE; e logo 20 000 livros foram criminosamente derrubados das estantes; cerca de duas centenas, apreendidos; as gavetas da secretária arrombadas e revolvidas; Rui Martins levado para a prisão.
À distância de mais de 30 anos, o cidadão que na altura contava apenas 7 recorda comovidamente esse episódio do fascismo. Porque são coisas que realmente não esquecem. Ou melhor: porque são coisas que realmente não esqueço.
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alex campos
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4/06/2008 06:16:00 da manhã
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25 de Abril
sábado, 5 de abril de 2008
E sempre que Abril aqui passar*… (I)
Em 2007, António Agostinho, no seu blog “Outra Margem”, evocou o 25 de Abril com textos sobre figuras figueirenses que desempenharam papel relevante pela Democracia e na luta anti-fascista. Colaborei nessa iniciativa com textos sobre Mestre José Ribeiro e os meus camaradas João Vilela e Guige Baltar.Entre outros, que ele relembrou, contam-se Ruy Alves, Melo Biscaia, bem como dois amigos muito especiais, José Martins e Joaquim Namorado. Pedro Biscaia escreveu sobre Leitão Fernandes, e o texto sobre Agostinho Saboga, foi escrito pelo seu neto. Gente que, de uma maneira ou doutra, deu o seu contributo para a luta que se impunha. Gente a quem nós, e os que nunca souberam, e os que nem imaginam o que foi aquele tempo, devemos, maior ou menor, uma fatia da liberdade que vamos vivendo. E com quem estamos em dívida.
Vale a pena uma visita ao “Outra Margem”. Em Abril de 2007. Quanto mais não seja, porque é necessário preservar a memória.
Aqui e agora, Abril de 2008, evocarei a data libertadora com um tributo ao amigo, ao camarada, a esse “purista do verbo que concebia o jornalismo como uma arte e uma missão nobre”. E, repito-me, nome maior do jornalismo figueirense.
Recordaremos, ao longo de Abril, a pena do saudoso José Martins.
*O título da evocação do 25 de Abril é retirado de um verso de uma canção de José Mário Branco, "Eu vim de longe".
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4/05/2008 12:06:00 da manhã
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25 de Abril
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Mais uma viagem
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4/04/2008 12:52:00 da manhã
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Fotografia,
Porto da Figueira da Foz
quarta-feira, 2 de abril de 2008
As petas do 1º de Abril
Comemorado desde meados do século XVI, terá tido início em França, o Dia das Mentiras.É um dia especial em que, já enraizado na comunicação social, quer jornais, rádios e televisões aproveitam a oportunidade para enganar os mais distraídos, com notícias não notícias, inventadas, muitas delas mirabolantes.
Ontem publicamos duas mentiras. A primeira, é claro que a pistola de João Costa não demora tanto tempo a ser reparada e estamos em condições de dizer que já está pronta. Que estou eu a dizer? Esta coisa das mentiras parece que vicia, até pareço um engenheiro.
Bem, o acidente com a pistola foi todo inventado. O que é verdade é que estamos a torcer para que as coisas corram bem ao atirador navalista, uma vez que é uma disciplina de alta precisão, em que por um milímetro tanto pode ir buscar uma medalha como ficar fora do pódio. Que tenha o que é preciso nestas situações, um pouco de sorte, pois vai competir com o lote dos melhores do mundo. Mas que não falhe um, é o nosso desejo.
A outra mentira foi o apuramento de uma tripulação ginasista de remo para os jogos. O que infelizmente, apesar de ser o que desejaríamos, não é verdade. Não que o remo português não seja competitivo, atestam os bons resultados em campeonatos do mundo e regatas internacionais, mas outras condicionantes impedem, para já, tal desiderato. Entre elas a estrutura física dos povos é primordial.
Não sendo propriamente alheio ao fenómeno desportivo sei que há países, as potências da modalidade, que estão já a captar futuros atletas com mais de 1,90 m com vista aos jogos de 2012. Convenhamos que não somos muitos com essa estatura. Mas lá iremos, tanto que já tivemos remadores portugueses, e entre eles, figueirenses, do Ginásio e da Naval, que falharam por pouco o apuramento para uns jogos.
De toda a maneira, os resultados nacionais do double-skull que referimos são verdade.
Por outro lado, brincadeiras à parte, também ontem fez 12 anos em que a Cultura portuguesa ficou mais pobre ao perder um dos seus mais lídimos representantes.
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alex campos
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4/02/2008 01:15:00 da tarde
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1º de Abril
terça-feira, 1 de abril de 2008
Rita Silva /Ana Tomé apuradas para os jogos (Remo)
É a primeira vez que uma tripulação portuguesa marca presença nuns jogos olímpicos, é um facto de realce, visto que, apesar do remo português ser competitivo, nunca tinha conseguido semelhante feito.
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alex campos
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4/01/2008 04:39:00 da tarde
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1º de Abril,
Remo
João Costa afastado das Olimpíadas
O atirador da Naval 1º de Maio, único atleta figueirense que integrava a comitiva olímpica para Pequim está impedido de participar no certame. Tudo devido a uma alínea do regulamento da competição.Costa, num dos últimos treinos deixou cair a pistola que se danificou, e, segundo as regras só pode competir com a pistola utilizada nas provas durante o ano que antecede os Jogos.
Um porta-voz do fabricante terá informado já o COP e a Federação Portuguesa de Tiro que a reparação da pistola demora um período não inferior a 4 meses, o que impede o atleta de participar nos próximos Jogos.
Recorde-se que Costa, atendendo aos seus resultados, (7º em Seul, várias vitórias na Taça do Mundo e 4º no ranking mundial em 2007), seria um natural candidato a uma medalha. E seria a primeira medalha olímpica de um figueirense.
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alex campos
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4/01/2008 12:11:00 da manhã
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1º de Abril,
Tiro
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