sexta-feira, 10 de abril de 2009

PS/PPD/PSD

por Augusto Alberto


O incrível Pedroso, tão bem caracterizado no "Dr.Xecq e Sr.Quil", homem de muitos méritos, avençado, de muitas, várias e fecundas consultadorias, nesta matéria uma espécie de vampiro, putativo Presidente de uma das melhores Câmaras Municipais do país, senão a melhor, segundo um dos muitos estudos que por aí abundam, vítima, em notável encenação. Provocador de seguida. O primeiro foi um sindicalista democrático, que há anos por aí andou, Torres Couto, ilibado justamente.... Ai esta justiça que só responsabiliza o pé rapado. E por último, um espanta comunistas. Um role de méritos ao alcance de tão poucos, teve um mérito, o de deixar de confundir as coisas, prestando um belo serviço, porque clarificou o tempo futuro, resta saber se de modo voluntário ou involuntário, mas para o efeito, tanto faz, porque ficamos a saber sobre o que ai vem.
O que clarificou então o incrível Pedroso? Disse, que se o Partido Socialista não obtiver maioria absoluta, deverá formar governo com o PPD/PSD. Ora cá está o que afinal só alguns, devagarinho sussurravam. Quer dizer, que afinal o Engenheiro Sócrates é o homem de que as direitas dos poderes, aqui no plural, necessitam. Nem mais nem menos. Esta direita, aqui só no singular, porque bem vistas as coisas, é só uma e a mesma, já tem líder, José Sócrates, sempre sôfrega, trata de resolver três questões básicas. Primeira, que nenhuma das malfeitorias deverá ter retrocesso, não vá o diabo tecê-las, porque assim está bem. Segunda, que ainda há tempo e espaço para mais e novas malfeitorias. Terceira, que afinal o bolo dividido só por um lado, é coisa ruim. Trate-se da divisão do dito. A cada um, o seu quinhão. Então, vamos estar perante a segunda fase da estratégia. A primeira, foi a de louvar e empurrar o engenheiro para as reformas, malfeitorias, ditas e necessárias; a segunda, porque é tempo de pausa táctica, não vá a coisa dar para o torto, é agora tempo, num frenesim, que às vezes parece desbragado, não no sentido do derrube do Engenheiro, porque ele é o único sólido e capaz, mas é preciso fazê-lo passar por uma espécie de sempre em pé, sem que nunca vá ao chão, na esperança de colocar o Partido Socialista na necessidade de um entendimento para governar. Atrelado, ficará o Partido Socialista amarrado a compromissos, reeditando com o PPD/PSD, o bloco central, o centrão, para contentamento das elites que riscam, traçam, mandam e executam a seu contento.
Quer isto dizer, que lá para Outubro, mais uma vez, poderemos exclamar: - Povo que estais lavado em lágrimas, preparai-vos para mais. Para pior, não tenhais dúvidas. Embora vos diga, desde já, que desta feita e mais uma vez, foste avisado. Nada de queixas a seguir.
Está então achado o modo como por de pé o ovo. Estava difícil. Mas a verdade é que a vida às vezes obriga a língua ao destrambelho. Uma preciosidade. E nem sequer vale dizer que isto é coisa e maldade de comunistas, porque para isto nem sequer foram ouvidos e achados. Os mais distraídos, dirão que estamos perante um verdadeiro ovo de Colombo. Para mim, está tudo muito claro e portanto, acho que não, mas perguntem ao Pedroso, aquele…

"No caminho da mudança"

É já amanhã

http://revolucionaria.wordpress.com/

O cartoon e a censura no capitalismo “democrático”


O cartoon acima foi um dos muitos que foram censurados no “New York Times”. A razão foi por ser uma “desnudez inaceitável”. Tratava-se de uma ilustração para um artigo sobre estética. O autor, Jugoslav Vlahovic, de Belgrado, ficou escandalizado. “Faço desenhos como esse o tempo todo neste país comunista”.
Acaba de ser publicado um livro com algumas centenas de trabalhos de credenciados cartoonistas que foram censurados no jornal, por razões bizarras e por vezes risíveis.
Pode deliciar-se aqui, quer com os desenhos quer com as razões pelas quais…

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dentro de ti ó cidade (III)

lava a cidade de quantos
do ódio fingem amores


O Adriano faz hoje anos

Como esta democracia lhes assenta bem

Augusto Alberto


Todos os povos têm momentos de paragem, mas no país dos futebóis, parece-me que as há em demasia.
Às vezes dá para gargalhar, outras quase para chorar, mas sobretudo, muitas vezes, dá para nos ralarmos porque nos sentimos impotentes. Vem isto a propósito do rally de Portugal, que teve etapas, para toda a família, contaram-nos, no estádio de futebol do Algarve, que foi construído para o Euro 2004, embora o futebol dali ande arredado desde o princípio. A questão é saber se já não se sabia. Coisa assim como uma algarviada, só pode ser, sendo a coisa no lugar e do modo que foi.
As autarquias de Aveiro e Leiria, com uso da “net”, que hoje é modo universal de nos comunicarmos, estão a tentar livrar-se dos seus estádios municipais, verdadeiros monstros e empecilhos, que só têm um registo, engolir as débeis finanças municipais. E tudo isto, porque a Nação e estas autarquias alinharam na histeria colectiva que foi o Euro/2004 e de momento estão com um fardo difícil de descarregar. Será legitimo perguntar, para que quer alguém tais estádios? Com toda a prosápia, dirão, para competições automóveis. Um mimo.
Chegados aqui, parece que estamos assim a modos como no país dos patos bravos, que gostam de ser embalados por qualquer ilusionista ou fazedor de sonhos e o sonho de nos vermos campeões da bola na Europa, está a custar-nos os olhos da cara. Nem todos seremos patos, ainda existe gente brava, mas os espertos, sempre atentos, não se desviam nem por um segundo das oportunidades. Poderemos dizer, então, que cada tiro, cada pato, para pingarem para as baixelas de prata dos do colarinho branco.


Nesta matéria, é bom dizer-se que os “empreendedores”, atentos, têm feito forte mossa. Basta ver como recrutam para o seu seio os “melhores”. De momento a Mota Engil está na mó de cima e para isso foi buscar um “guru”, Jorge Coelho. A Mota Engil parece que tem um íman, porque dá a ideia que tudo lhe cai no regaço. Será novo milagre? Bem me parece que a rosa continua viçosa, porque as pétalas vão caindo no regaço de alguns, claro está, mas os espinhos, ficam por aí e vão picando em nós, os outros.
Mas não será que estas coisas têm responsáveis? Com certeza… embora pareça que a culpa é vaga e vesga. Nesta matéria, a quem deveremos pedir responsabilidades? A quem decidiu atrelar-nos a essa coisa megalómana. António Guterres, 1º Ministro da decisão e ao pífio Presidente da Federação Portuguesa de Futebol, que parece continuar sem tino e está convencido de que a pátria é uma sua coutada. A minha dúvida é saber se o homem não terá razão. E que responsabilidade atribuir a Presidentes da Câmara que embarcaram neste fado?
Mas a verdade é que as coisas às vezes descontrolam-se e depois os responsáveis fogem, porque nos dizem, que chegamos ao pântano. António Guterres e Durão Barroso, geriram mal a coisa pública, fugiram, mas tiveram como sabemos, a devida recompensa.
Poderemos perguntar então: para que quer esta gente outra democracia se esta lhes assenta tão bem?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Moldávia: a história repete-se


Não são virgens os acontecimentos recentes na Moldávia. A História tem outros exemplos de como a democracia é muito linda desde que ganhem sempre os mesmos. É que cada vez que a Esquerda ganha eleições o que se segue é uma guerra civil ou um golpe de estado. Foi assim em Espanha em 1936, foi assim no Chile em 1970.
Logo, a conclusão a tirar é que o povo moldavo não percebe nada de História. Se percebesse saberia que a sua vontade nunca seria respeitada por parte da minoria cheia de privilégios que vai até às últimas consequências para os defender.
Em jeito de recordação, em Portugal, uma importante figura do regime terá chegado a solicitar aos EUA a invasão do país, quando os comunistas estiveram próximos do poder. Suponhamos que estes teriam ganho as eleições…

Autárquicas já mexem

foto daqui



O clima de guerra civil no seio do PS e do PSD, na Figueira da Foz, a que António Agostinho chama cisões, não augurará nada de bom para o município já que uma das duas formações políticas neo-liberais irá certamente vencer as eleições autárquicas. Isto, segundo a tradição, porque desde 1926, perdão, desde 1974 foram os únicos dois partidos que lideraram os destinos aqui da paróquia. E só com uma alternância, ou seja, o PS de 1974 a 1997 e o PSD desde 1998 até hoje.
As informações que aqui divulgamos continuam, segundo as nossas fontes, actuais: Duarte Silva vai ser o candidato do PSD. A ser assim, tudo indica que Daniel Santos irá liderar uma lista independente. Figura consensual e respeitada em todo o terreno social-democrata aquele arquitecto será um candidato de peso capaz de mexer tanto com o eleitorado do PS como com o do PSD e de, ainda, esvaziar o que resta do CDS.Não será propriamente o fim do reinado do centrão, mas já seria alguma coisinha…

terça-feira, 7 de abril de 2009

Param os comboios

Augusto Alberto

Pararam os comboios e a vida parece andar ainda mais devagar. A C.P., a grande empresa dos comboios, coberta pelo poder político, mais uma vez, tratou de isolar gentes em total desrespeito pela vida e oportunidades. Fez de Pilatos. Lavou as mãos. Os comboios nas linhas do Corgo e Tâmega também foram para a garagem, tal como na linha do Tua. Das linhas de Trás – os – Montes e do Douro, só resta esta, que há muitos anos acabava ou começava em Barca de Alva, na fronteira. Hoje fica-se pelo Pocinho, pequena povoação que dá nome à barragem ali construída há cerca de 30 anos. O que resta da linha, está completamente votada ao abandono e com os espanhóis a mostrar, repetidamente, interesse pela reabertura com vista ao turismo, mas com demorada resposta.
Pocinho é um pequeno lugar, à volta de um pequeno bairro que suportou os trabalhos e os trabalhadores que construíram a barragem, e por ali, o tempo anda muito devagar. Meninos até aos 10 anos, os dedos de uma mão são suficientes para os contar, enquanto os velhos vão partindo deste mundo, que nunca lhes foi meigo.
A linha do Douro assume uma beleza impar, sobretudo a partir do Pinhão e logo após a foz do Tua, rio que dá nome à linha fechada, tem escarpas tremendas, bocados de beleza selvagem, onde aves de largo porte correm aproveitando os cones de ventos e em plena liberdade. Pocinho é assim, não só o lugar do fim da linha, mas também do fim da vida e dos sonhos.

O caminho-de-ferro para ali levado por força do capitalismo rural do século 18, por figuras como D. Antónia, para dar resposta às necessidades das grandes quintas emergentes, como por exemplo, a do Vale Meão, parece hoje também condenado. Não sei se já não estará escrito, num caderno, que num dia qualquer, de um qualquer ano, tudo acaba.
Nos anos 60/70 do século anterior, multidões foram até Lisboa e era comum, solidariamente, numa noite serem levantadas paredes e telhados, para acolher famílias inteiras, num acto consumado. A habitação era assim resolvida e o fascismo muitas vezes fechava os olhos porque ele próprio não tinha como arranjar saida. Foi o tempo das grandes obras da ponte sobre o Tejo e do metro e para ali caminharam, para fugir do esquecimento, Transmontanos, Beirões, Alentejanos e outros vários. Foi o princípio dos bairros desgarrados. Seria legitimo que com o 25 Abril as coisas tomassem novo rumo e as pessoas retomassem os seus lugares de origem, mas acontece que não houve retorno, antes pelo contrário, o caminho parece inclinado com fim no mesmo local de sempre.
O caminho-de-ferro tem cedido lugar ao betuminoso e as auto-estradas, tão legítimas, será, não chegam para alterar a sina. Afinal, produzem o efeito não de chegada, mas sempre de partida. O tempo da exaustão ainda não chegou ao fim. Falta pouco! Continuam a partir, os que ainda tem coragem e força, ficam os que já perderam a esperança. Uma vida carregada de vago, e em que o tempo é escorrido num café, com a barriga encostada ao balcão, bebendo cerveja, garrafa sobre garrafa.
Mas estas coisas têm rostos e nomes. São todos aqueles que durante estes 35 anos nos têm desgovernado. Apetece perguntar, para que querem aquelas gentes esta democracia? Engano sobre engano, e confesso que já não sei como essa gente, despida de sonhos, tem forma de punir os responsáveis.









segunda-feira, 6 de abril de 2009

O “polvo” falha de novo

Quando o Provedor de Justiça os comparou aos “Vampiros” do Zeca, já eles faziam lembrar um polvo há muito tempo. Tem a ver com a maneira como exercem o poder. Não fora o caso de eles ainda não dominarem os tribunais e isto parecia-se verdadeiramente com o estado a que isto tinha chegado antes do “25 de Abril”, que este mês se comemora.
Depois da tentativa de acabarem com a “Festa do Avante!”, cuja intenção foi abortada pelo Tribunal de Contas, como aqui demos conta, foi a tentativa já executada de discriminação dos trabalhadores dos CTT que não fossem mansinhos e não lhes pusessem a sua própria situação nas suas mãos. Quer dizer, quem optasse por não defender os seus direitos teria umas regalias a mais, o que me parece ser um bombom envenenado, como é fácil de perceber.
Mas contemos a história: uma história de discriminação salarial, pois numa empresa todos os trabalhadores devem ser aumentados, no caso de haver aumentos. Não foi o que aconteceu nos CTT, onde só foram aumentados aqueles que assinaram o contrato individual de trabalho, subscrito por sindicatos minoritários. Mas há mais, que imaginação não lhes deve faltar. Ofereceram 400 euros a quem o assinasse ou a quem se inscrevesse no sindetelco, o que significa que aceitariam automaticamente o contrato individual de trabalho. O sindetelco, para quem não sabe, é um sindicato amarelo, pertencente à UGT e cuja finalidade não é, certamente, defender os trabalhadores. Resta acrescentar que houve alguns que aceitaram.
Agora diremos que o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa admitiu a providência cautelar interposta pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT), por considerar ilegal a publicação oficial da caducidade do Acordo de Empresa de 2006. O Tribunal fixou que, nos termos da lei, quer os serviços competentes (o Ministério) quer os interessados (a administração dos CTT) estão impedidos de pôr em prática, ou continuar a pôr em prática a arbitrariedade em causa.
Outra das diferenças com o antes da data libertadora é que não será preciso outro “25”, pois ainda temos eleições, que estão já aí à porta. Mas que é preciso dar uma varridela, lá isso é, sob pena do polvo arranjar mais tentáculos.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Aos anónimos, com gosto

por Augusto Alberto



Mais uma vez o anónimo neo-liberal veio aqui fazer aquilo que muito bem faz, destilar o seu ácido anti-comunismo.
Quero dizer-lhe desde já que me não impressiona a lista de gente, em referência, que se afastou do meu Partido. Escusa de me os dizer. E bem sei que gente que continua íntegra, nestes tempos difíceis, resolveu pelo seu afastamento, mas não serão muitos, felizmente. É um direito, ninguém é obrigado à militância política e por isso só ficam os que querem ficar, porque assim é que deve ser. Mas não é desses que se trata, mas daqueles que tremeram e caíram para o lado de lá. Também normal, porque a espinha sempre direita às vezes provoca lombalgias, para usar uma linguagem do foro desportivo, e quando as dores são muitas, às vezes um tipo desiste. Quero dizer-lhe que na minha longa carreira desportiva e de cidadania, já muitas vezes tive dores, sobretudo lombalgias, talvez a minha lesão de culto, porque um corpo esguio como o meu e muito castigado pelo exercício, de volta e meia, lá torce, mas nunca desisti, nem do ponto de vista desportivo nem do ponto de vista da cidadania.
Mas aos anónimos, um liberal, o outro, sem apêndice, sempre lhes digo que o principal do meu texto é a questão da democracia. Essa democracia de que tanto gostam de falar e cultivar. É sobre a questão do papel que cabe a um cidadão organizado politicamente. Que espaço para a sua opinião, para a sua participação, de que modo pode intervir e provocar mudanças e de como pode viver em convívio político com outros? Estas são as questões fundamentais a que quis chegar. Mas pelos vistos, os anónimos, não se sentem incomodados, porque afinal esta coisa da democracia e do convivo politico, é para dar de barato, ou coisa para ser exigida unicamente a comunistas, porque aos outros, estamos falados, ou então, estamos perante alguém que levado pela cegueira anti-comunista fica obliterado do ponto de vista intelectual. É o mais certo.

Dando de barato as bravatas anti-comunistas e o insulto já por demais batido, sem novidades… sempre lhes digo meus caros senhores, que estamos perante alguém que já foi comunista e agora escala o mais raivoso anti-comunismo, ou então, já nasceu biologicamente anti-comunista, e então, só o pode ser de modo visceral. Ambas são, no mundo de hoje, formas democráticas de estar na vida e por isso, não julguem que me incomodam. Não tremi num dia de Janeiro de 1971, era eu um jovem de 22 anos, quando um fascista de um capitão do exército me acusou de dedo em riste, de ser comunista e de estar a contribuir para o derrube do governo e de seguida, fazer o que um fascista sempre fez, e não será agora que tremo com as boutades de gente assim. Tudo bem.
Mas antes que me vá, sempre quero dizer ao anónimo neo-liberal que a sua posição quanto à homenagem a Agostinho Saboga, não merecerá, de modo sensato, grande comentário. Mas vá destilando, porque um dia os poros se lhe hão-de fechar. Vai ver.

Um encontro blogosférico


quarta-feira, 1 de abril de 2009

Dentro de ti ó cidade (I)

Abril está ainda por cumprir. Estas afirmações de Zeca, há 25 anos, estão arrepiantemente actuais. Bem poderiam ter sido proferidas no telejornal de ontem.
Mas o grande poeta e professor de História disse-nos o que é que fazia falta.


Hugo Almeida na Naval


O avançado do Werder Bremen e da selecção portuguesa, Hugo Almeida, vai representar a Naval 1º de Maio na próxima época. Os navalistas chegaram a acordo com o categorizado atacante com a promessa de lutarem para o apuramento para a taça UEFA e aí assegurarem uma boa participação.
Almeida, que faz 25 anos no próximo dia 23 de Maio, é natural da Figueira da Foz e começou a jogar no clube figueirense antes de rumar para o FC Porto, ainda nos escalões de formação. Trata-se de um regresso, mas não conseguimos apurar por quantas épocas será válido o contrato.
Foi com Felipe Scolari que o atleta figueirense chegou à selecção A depois de ter participado nas selecções mais jovens e de, com os seus golos, ter apurado a selecção sub-21 para a fase final do Europeu que se realizou no nosso país em 2006.
A nossa fonte, que preferiu manter o anonimato, disse-nos ainda que a Naval está em conversações com outros dois nomes credenciados do futebol lusitano, mas não nos quis revelar os nomes.