Já não era sem tempo.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
E desta vez, vamos acertar?
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alex campos
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9/20/2013 11:19:00 da manhã
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Mais uma arbitrariedade
O comissário político, ou representante governamental se preferirem, que exerce funções tipo administrador no Hospital Distrital da Figueira da Foz quer colocar parqueamento pago no parque do Hospital.
O comissário político, ou representante governamental se preferirem, não está lá para atender aos interesses e direitos quer de utentes quer dos trabalhadores da unidade hospitalar. Está lá para servir os seus donos.
Daí não saber que os horários dos transportes públicos para aquela unidade hospitalar não coincidem quer com os horários de mudança de turnos, quer com os horários das consultas ou visitas. Como também não sabe que quer os utentes, visitantes e trabalhadores da unidade hospital pagam impostos e não tão poucos como isso. Também não sabe que as concessões para os transportes públicos são atribuídas pelos partidos do chamado "arco do poder" (não percebo esta expressão, mas sempre consegui utilizá-la) para as empresas se safarem sem terem em conta os direitos dos utentes.
Assim corre um abaixo-assinado contra o estacionamento pago no HDFF, que pode assinar aqui.
Claro que isto deverá resolver.
Mas o que resolvia mesmo era todo e qualquer comissário político levar uns tabefes de quando em vez. Quando o povo acordar, talvez.
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alex campos
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9/20/2013 08:58:00 da manhã
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HDFF
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
"Cada voto, cada melro"
Isto da política tem muito que se lhe diga. Por um lado, é a arte de enganar papalvos. Por outro é uma maneira de estar, de ser, de defender pontos de vista que estão de acordo com o que realmente pensamos e defendemos.
Cabe-nos, a nós, diferenciarmos a "coisa", quanto mais não seja para não nos deixarmos enganar. É que não é uma questão de inteligência, é uma questão de sensibilidade.
Aqui explica-se melhor.
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alex campos
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9/19/2013 11:29:00 da tarde
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E a campanha continua
E há razões para se votar nos partidos neo-liberais, tais como PSD, CDS ou PS. aí vão:
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alex campos
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9/19/2013 03:29:00 da tarde
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Continua a campanha eleitoral
Já viu o cartaz de hoje?
Espreite aqui.
É um por dia, conforme já informamos. Não garantimos a hora, mas é sempre de manhã, pela fresquinha. E sempre no mesmo sítio. No sítio dos desenhos, aliás como, certamente, já reparou.
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alex campos
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9/18/2013 03:53:00 da tarde
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terça-feira, 17 de setembro de 2013
O Kamov
Augusto Alberto
Portugal…arrisca-se a ser um dos países mais desiguais… entre
2010 e 2011 a
desigualdade nos rendimentos tem beneficiado as “elites económicas”, com o
crescimento do mercado de bens de luxo, que vêem os seus rendimentos crescer
10%, enquanto os mais pobres, os perdem na mesma proporção.
Quem diz? A Oxfam.
Que ONG fala assim da velha nação e da
sua elite, que ao mundo, deu novos mundos? Portugal continua pujante, diz a
elite usuária, como no período das descobertas, pensadas para servir o seu
clero e a sua nobreza, enquanto, ao seu serviço, nas naus, a arraia-miúda
morria podre por falta de laranja. Mas a elite nunca se desmancha. A actual é
herdeira da anterior e por isso, é sem surpresa que tenha sido um absurdo,
chamar ao charco, para espantar os mosquitos, nas ilhargas de Armação de Pêra,
o esforçado Kamov, num esforço titânico para dar sossego aos veraneantes.
Todavia, não se julgue que em matéria de saco,
a elite prima pelo absurdo ou pela sonsice. Pelo contrário. Centremo-nos no
levantamento da Center for Research on Multinational Corporations, que confirma
a Oxfam, em referência às 11 empresas do PSI 20, constituídas em holding ou
sociedade de investimento na Holanda. O relatório prova com abundância, como a
elite usa os paraísos fiscais para dar descanso à riqueza acumulada, à custa do
trabalho mal pago, como por exemplo, o fariseu do “Pingo Doce”, Soares dos
Santos. De todo o modo, os capitais transferidos para a Holanda não foram
carregados dentro de arcas e despachadas num Kamov, mas seguiram as vias
legais, desenhadas por próceres muito bem pagos, como Marques Mendes, Lobo
Xavier ou António Vitorino e etc. Adivinhe, assim, no dia 29 do corrente mês,
em quem vai votar o patrão mais a sua gente? E o cidadão? Vota nos candidatos
da corja ou vai abster-se? Sente-se cansado? Abjurado? Tretas de quem está por
cima.
Se continuar a manter a mesma opção eleitoral, vai
experimentar mais dor, como os de antanho, atirados ao mar, nas naus
quinhentistas, agora, por ironia, por excesso de laranja. E depois, alguém para
lhe afagar o desânimo, oferecer-lhe-à uma rosa. Mas a rosa é uma embustice.
Dúvida? Então leia. Enquanto Passos se prepara para roubar à aposentadoria dos f.p,
10%, logo António José, disse: - quando eu for primeiro-ministro, devolverei imediatamente
aos aposentados da f.p., o roubo de Passos. E se Seguro nunca chegar a primeiro-ministro! É que lá para a sede
ao Rato, os gatos estão de pelo eriçado, prontos a saltar sobre o António José.
E depois…que da promessa? Leva-as o vento…e os gatos, ou o Kamov.
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alex campos
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9/17/2013 09:09:00 da tarde
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Crónicas em desalinho
Autárquicas figueirinhas ou como me lembrei de Siné
O artista Fernando Campos resolveu tomar partido. Faz parte das listas da coligação pela qual aceitou o convite. Levou a coisa a sério. Aliás ele explica tudinho aqui.
Mas como artista, o lápis, ou a mente ("o desenho é cosa mentale", como diria Leonardo) não podia ficar quieta. Daí que a partir de hoje vai editar 11 vinhetas no seu blogue, um por cada dia de campanha. A primeira está aí em cima.
Fez-me recordar a campanha de Siné para a candidatura de Coluche à presidência francesa, nos inícios dos anos 80.
Naõ poderei dizer que Siné é muito mais agressivo, ou contundente se preferirem, por dois motivos: ele teve de confrontar a ternurenta figura do actor gaulês, ao passo que Campos trata a combatividade histórica dos comunistas portugueses, e, segundo, também ainda não vi as outras vinhetas que hão-de vir, é uma por dia, se se recordam que expliquei um pouco mais acima. Mas também devem, como esta, prometer.
De qualquer maneira, um tom colorido, numa campanha e numa sociedade cinzenta.
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alex campos
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9/17/2013 03:12:00 da tarde
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sábado, 14 de setembro de 2013
Catarina de Alexandria
Augusto Alberto
Em tempos idos, A.C. ficou conhecido pelo “ministro dos
pregos”, a propósito de uma putativa intentona comunista. Estava-se no governo
da A.D, (PSD+CDS), dirigido por Pinto Balsemão e Freitas do Amaral e era o
tempo da primeira greve geral após o 25 de Abril, 12 Fevereiro de 1982. A
polícia apanhou uma furgoneta carregada de pregos e logo Ângelo Correia,
ministro do “interior”, indicou que se tratava de material para sabotar a
circulação rodoviária, nesse dia de greve geral. Mais tarde, na noite de 30 de
Abril para 1 de Maio desse ano, no Porto, Ângelo Correia, toda a direita e mais
o P.S., insistem na cabala. Com a chamada à cena da UGT, liderada à época por
Torres Couto, avança o denominado plano “Alfa”, que acabou com a morte, a tiro,
de dois trabalhadores.
Este Ângelo, homem de más explicações, como o da insurreição
dos pregos, que materialmente acabaram numa obra, evidentemente, ou das razões,
nunca explicadas, que o levaram a enviar a policia de choque para o Porto,
nesse 1º Maio de 1982, com o resultado referido, tem por hábito, também,
acertar nas análises, sempre com anos de atraso. Foi assim, a propósito do modo
como desancou na citada entrevista, o afilhado político, Passos Coelho. Mas não
se julgue que o pacóvio é imaterial e tem falta de esperteza. Pelo contrário!
Lembro o que disse à imprensa escrita, em 14 de Junho de 2010: - “A terminologia política sindical proclama a
existência de direitos adquiridos … Ora numa democracia, adquiridos são os
direitos à vida, à liberdade de pensamento, acção, deslocação, escolha de profissão,
organização política … Continuarmos a insistir em direitos adquiridos
intocáveis é condenar muitos de nós a não os termos no futuro.”
Mas mais tarde, a 24 de Outubro de 2011, numa entrevista à
RTP, torce e acomoda o raciocínio, perante a eventual supressão da acumulação
da referida subvenção vitalícia com vencimentos privados e reage a gosto: - “Os direitos que nós, (os políticos
subvencionados), temos, são direitos adquiridos”. Na vida, A.C. faz o
pleno. É pacóvio, esperto e “clérigo” absolutista. Aliás, alguma coisa me diz,
que tem sempre, no momento da liturgia, aconchegado ao peitinho, uma medalhinha
da santinha dos necessitados,Catarina de Alexandria.
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alex campos
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9/14/2013 09:45:00 da manhã
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Crónicas em desalinho
Do debate
O debate não tendo sido esclarecedor, foi o que qualquer cidadão atento estaria à espera. Mas devo dizer que fiquei surpreendido, pela positiva, diga-se em abono da verdade, com o candidato do MRPP. Foi ele e o meu candidato, António Baião, que se referiram a dois dos mais graves problemas com que a Figueira se debate, no meu ponto de vista, claro: transportes públicos deficientes, em que a Câmara é responsável pois é a entidade que atribui as concessões, e a água privatizada que é uma das mais caras do país. Neste aspecto quer o candidato governamental, "privata" por excelência, quer o do Partido Socialista não poderiam dizer fosse o que fosse, nunca estariam à vontade, pois foram os socialistas que começaram a concessão do precioso líquido que é de todos.
Outra das questões fundamentais é o PDM. Não existe, mas lá vai aparecendo de quando em vez. Foi quando da "transacção" dos terrenos da Ponte Galante, num consu(o)lado laranja e, como toda a gente sabe e o candidato da CDU notou, também de quando em vez para alegria da Princesa Isabel de Portugal, já no consu(o)lado rosinha.
De resto, parece caricatural, e dá vontade de rir, Miguel Almeida dar a entender que se afasta do seu próprio partido quando fala em investimento e criação de emprego, sabendo toda a gente a obsessão, doentia, que o seu governo tem pelo desemprego. Como quando fala em escola pública, sabendo toda a gente o ódio que o seu governo tem da "coisa pública", seja educação seja saúde. "Balhamedeus".
Outra das questões fundamentais é o PDM. Não existe, mas lá vai aparecendo de quando em vez. Foi quando da "transacção" dos terrenos da Ponte Galante, num consu(o)lado laranja e, como toda a gente sabe e o candidato da CDU notou, também de quando em vez para alegria da Princesa Isabel de Portugal, já no consu(o)lado rosinha.
De resto, parece caricatural, e dá vontade de rir, Miguel Almeida dar a entender que se afasta do seu próprio partido quando fala em investimento e criação de emprego, sabendo toda a gente a obsessão, doentia, que o seu governo tem pelo desemprego. Como quando fala em escola pública, sabendo toda a gente o ódio que o seu governo tem da "coisa pública", seja educação seja saúde. "Balhamedeus".
Um grande mérito de António Baião é ter orgulho de ser quem é e de representar quem representa: referiu a obra, no terreno, demonstrada pelo seu partido e pela coligação de que faz parte, nas autarquias em que está no poder.
Se o debate desse ou tirasse votos, devo confessar que estaria tranquilíssimo. Que a Figueira, não rapidamente e em força logicamente, iria mesmo prá frente.
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alex campos
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9/14/2013 03:25:00 da manhã
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Bou ao debate
Mas não sei bem o que o que lá vou fazer. Claro que estou de acordo com as propostas do meu camarada António Baião. Mas para além disso o que é que neo-liberais, de pacotilha, fingidos ou sinceros, têm para me dizer ou propor? O país está no estado em que está, a maioria das câmaras estão no estado em que estão, bem podem prometer isto e aquilo, mais aqueloutro, que isto não passa do mesmo, além de não me divertirem por aí além.
E mesmo de esquerdelhos anti-comunistas o que há a esperar?
Pensando bem, sei o que lá vou fazer: vou divertir um pouco a minha costela anarquista.
Voilá!
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alex campos
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9/13/2013 08:05:00 da tarde
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Autárquicas
Cristo baralhado
Augusto Alberto
O padre “Chico”
favorece “indulgências
e bênçãos”, aos romeiros da festa da Penha, em Guimarães e a quem siga a
missa pela televisão ou pela rádio. Não existe necessidade, padre, de te
colocares um pouco na condição de “pimba”, porque os padres por cá, tem sido
simultaneamente, mestres nas indulgências e também no pecado. Informo-te que o
padre Cerejeira foi um fascista da porra, que bem sabia o que se fazia nas
prisões de Peniche e do Tarrafal, sem nunca ter levantado a mão a favor de quem
ali padeceu. Pelo contrário. Bastas vezes terá dito: Arreia-lhes! De todo o
modo, melhor será que solicites a Jesus da Galileia, que ponha a salvo os
cristãos daquele pedaço do mundo, porque só ele os pode salvar da selvajaria
que por lá vai.
Para que dúvidas não restem, ouçamos o Secretário de Estado
americano, John Kerry, que fez na passada quarta-feira, uma descrição “optimista”
dos rebeldes na Síria. A oposição ao regime de Bashar al-Assad, define-se cada
vez mais pela moderação, pela transversalidade dos seus membros, pela adesão ao
processo democrático e a uma constituição inclusiva, que proteja as minorias. A
descrição…teve lugar precisamente no mesmo dia em que a vila crista de Maalula,
um dos poucos locais onde ainda se fala aramaico, o dialecto de Jesus Cristo,
foi atacada por rebeldes islamitas. Um posto de controlo à entrada da aldeia
foi atacado…por rebeldes, que mataram oito soldados do regime. Num
vídeo…ouvem-se gritos de “Allahu Akbar”, palavra que significa “Deus é Grande”,
enquanto filmam os corpos dos soldados.
Cristo está baralhado, e por isso é bem capaz de não atender
ao putativo pedido do padre “Chico”, sem antes lhe perguntar: Porque recebestes
no Vaticano, a minha casa, em audiência privada, a antiga lady Heinz e o seu
actual esmerado esposo, o secretario John Kerry, que se apresenta neste
momento, como o fogoso testa de ferro do complexo politico militar americano? O
cio da “comunidade internacional” é enorme, bem sei, mas eu, amigo “Chico”, até
me sinto atado, porque a minha igreja parece que tem um gosto especial por
privar com sacanas. Como explicas, então, que um tal lobbysta e devoto cristão
senador, McCain, arreigado defensor da guerra na Síria, tenha recebido da
indústria militar americana, contribuições no valor de 133.840 euros? E já que
vives na terra, “Chico”, diz-me, em quantas guerras já se meteram os E.U.? O
que fazer, pois? É certo que ouve um Lenine, que em tempos, na Rússia, soube “o
que fazer”, mas eu, Cristo, balanço.
Todavia, neste vai e vem, os cristãos no médio oriente estão
perto de cair nas mãos de selvagens, armados e treinados pela “comunidade
internacional”. E ao que parece, nem tu, Cristo, lhes vais valer. E se Cristo
balança, os trusts do petróleo e das armas, já preparam o champanhe, os Cohíbas
e as orações de graças.
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alex campos
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9/13/2013 02:03:00 da manhã
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Crónicas em desalinho
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Cabral
Faria hoje 89 anos. Assassinado, em 20 de Janeiro de 1973, pelo fascismo português em desespero de causa. O mandante, por ironia do destino, e da vergonha de um povo, foi o primeiro presidente da república portuguesa após o 25 de Abril. Um anátema de que a direita portuguesa não se consegue livrar. Diga-se que nem sequer tenta.
O desespero de causa, traduzindo a derrota militar fascista em África, ficou bem expressa em 24 de Setembro desse mesmo ano: a proclamação unilateral da independência da Guiné-Bissau.
Amílcar Cabral pela sua dimensão humana, pelas suas ideias e pela sua acção, tem um estatuto ao nível de um Nelson Mandela ou de um Patrice Lumumba.
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alex campos
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9/12/2013 08:43:00 da tarde
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África
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Fio-de-prumo
Augusto Alberto
Diz-me
a quem te atrelas e dir-te-ei quem és! Na imodéstia desta frase convêm
perguntar por onde anda a tropa portuguesa, ao serviço da NATO, (essa coisa,
cada vez mais deplorável). No Kosovo! E a presença no Kosovo é um bom exemplo
de legalidade? A “comunidade internacional”, diz que sim, mas eu acho que não.
E nesse sentido, socorro-me, mais uma vez, da insuspeita Carla del Ponte, ex-Procuradora
do Tribunal Penal Internacional (agora embaixadora suíça na Argentina, que terá
sido aconselhada por Berna a manter silêncio).
O
Exército de Libertação do Kosovo, extirpou os órgãos de prisioneiros sérvios
que levou para a Albânia, no Verão de 1999, com o objectivo de os introduzir no
tráfico internacional. E tudo com o conhecimento de…Hashim Thaçi, o primeiro-ministro
do Kosovo. Terra onde Portugal está com um contingente militar para proteger o
estimado aliado do ocidente, (elevado à condição de democrata), mais a trupe,
que se tem dedicado ao contrabando de órgãos
humanos, de armas, drogas, e à especialíssima arte da prostituição e fundamentalmente,
a manutenção na região, de um posto avançado, da “comunidade internacional”, com
vista à sempre renovada politica da canhoneira.
É para os braços desta gente que a elite
manhosa desta velha nação nos manda. Já fomos enviados para África, só porque
os interesses económicos e negreiros na África Portuguesa, reclamava, com
efeito, a presença. “Uma da
características fundamentais do capital colonial português é o seu elevado grau
de concentração…Estes investimentos…são orientados para infra-estruturas caras
e sem interesse para o país dominado, mas necessárias à exploração capitalista”
(Armando de Castro, in “O sistema colonial Português em África, meados do
século XX).
Diz-me,
pois, elite, com quem andas? Com déspotas e ladrões. E digo-te quem és. Servil,
bacoca, energúmena, sem nenhum respeito pelo povo que infelizmente te elege.
Abandonastes o pé rapado, quando pressentiste as ordens napoleónicas.
Vendeste-nos aos filipinos, apesar de saberes que os teus ganhos seriam
escassos, e meteste-nos na Europa e na tragédia do euro, só para estares segura
de que não te expunhas a um ímpeto mais hostil. És intelectualmente chula e
puxa saco, e mais uma vez vais a reboque da política belicista americana,
direita ao patíbulo, como bem explicou à nação, o bandalho do ministro Aguiar
Branco.
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alex campos
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9/09/2013 07:05:00 da manhã
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Crónicas em desalinho
sábado, 7 de setembro de 2013
É a festa de toda a gente
Os neo-liberais rosas mais os neo-liberais fascistóides, "cést à dire", os xuxas e os laranjecas não gostam muito. Até todos os anos inventam ou não sei quê das Farc´s, ou não sei de fotos escondidas de ex-agentes da CIA ou outros quejandos afins. Não conseguem evitar a grandiosidade da festa feita por comunistas e amigos para toda a gente,é o que é.
É que não há mesmo festa como esta. Da cultura, da solidariedade, da paz, da amizade, da vida. De toda a gente, mesmo daqueles que inadvertidamente continuam a votar neles.
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alex campos
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9/07/2013 07:21:00 da manhã
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Festa do Avante,
Música
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Truísmo em Homs!
Augusto Alberto
A “comunidade internacional” é amiga de quem é sua amiga,
mas inimiga de quem lhe tira da frente dos queixos o barril de petróleo.
Foram precisos 60 anos para a CIA confirmar como trabalhou
para fazer cair Mohammed Mossadegh, (Iran Coup), um convicto nacionalista e
muito popular primeiro- ministro iraniano, que optou por nacionalizar o
petróleo, retirando-o desse modo, debaixo dos queixos dos ingleses. Nesse
tempo, era Roosevelt presidente americano e o aristocrata conservador Churchill,
primeiro- ministro britânico, e só mais tarde, chegaram à liderança politica da
“comunidade internacional”, novas hienas, de que Cameron, Hollande e Obama, são
a última expressão.
![]() |
| Mohammed Mossadegh |
O Irão sempre foi uma farpa encravada na “comunidade
internacional” e tanto assim, que em 1988, os americanos sabiam com toda a
evidência, que o exército iraniano estava a ponto de abrir brechas irresolúveis
no exército iraquiano de Saddam. Contudo, nesse contexto, a C.I. fez de Saddam um
conjuntural amigo e permitiu que o seu exército gazeasse o exército iraniano, (Foreign Policy- Exclusive:
CIA Files Prove America Helped Saddam as He Gassed Iran), invertendo em
definitivo, o curso da guerra. Mas logo após, Saddam passou de amigo a vilão.
Enquanto tudo isto, 26 milhões de curdos continuam sem uma Pátria, entalados
entre a pesporrente e reaccionária elite muçulmana turca, de quem amiúde leva
tautau, (sobretudo quando nas montanhas neva), e à mercê de criminosos que
pululam pela Síria e pelo despedaçado Iraque. Ao assunto a C.I. diz nada, ou não
seja a Turquia um dos membros da sinistra máquina de guerra da aliança
atlântica.
Esta é, em forma remanescente, a verdadeira acutilância
táctica. (Segredos, leva-os o vento, e o que há, é uma confessa máquina com
vista a tornar boa gente, em receptivos e tansos cidadãos). Saddam e Kadhafi
foram boas pessoas, enquanto estiveram em posição de quatro patas, mas
estragaram tudo, quando se viraram, porque com os interesses do petróleo, não há meio-termo. Neste caso, bom,
bom, é acautelar também, o porta-aviões hebreu, o contratorpedeiro do títere
rei de Marrocos e as barcaças das cruéis monarquias do golfo, porque há gaz em
Homs.
Assim, eu, cidadão indefeso, me confesso. Quando oiço ou
leio notícias, em regra sublinhadas, como sendo a opinião ou a actuação da
“comunidade internacional”, logo fico macambúzio e começo a sentir o rufar dos
tambores e o bafo das hienas.
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alex campos
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9/06/2013 09:23:00 da manhã
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