sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Uma carta de António Agostinho ao candidato do PSD





Numa carta dirigida ao candidato governamental à presidência da câmara da Figueira da Foz, António Agostinho põe a nu quer a demagogia pura quer a hipocrisia sem vergonha das gentes que nos governam e a quem insistimos em dar o poder.
Pode lê-la aqui. é um bom motivo de reflexão, que bem nos poderá ajudar a escolher o sentido do voto.

O voto necessário


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O legado de Soares é uma abantesma


Augusto Alberto

O IRS cresceu 30,1%. O IVA decresceu 2,1%.. E o IRC arrefeceu. Subiu o esbulho aos cidadãos e baixou a riqueza criada, em linha com a baixa actividade económica. E sem atinar com os factos, um anónimo chorou no ombro de António José Seguro, ao mesmo tempo que confessava, já não ter emprego nem recursos para sustentar a família. E, entretanto, António José lamechou-lhe ao ouvido: - “quando o Partido Socialista for governo, tratará do seu emprego”. E depois, embalado pelo paternalismo e pela necessidade dos votos, intentou correr, mas como o fez de pança cheia e com fraco fôlego, logo estacou. Mas como a persistência é regra num demagogo, logo saltou para uma bicicleta e tentou pedalar, mas como o jeito é pouco, decidiu jogar os pés ao chão, antes que a “cambalhota” fosse certa. Prova-se, pois, que ser demagogo é bem mais fácil do que ser corredor de fundo ou ciclista. De todo o modo, bom seria que o “chorão”, a contas com as contas por pagar, socialista dos sete costados, tivesse perguntado a António José, para que valeram os golpes “democráticos” do 28 Setembro de 1974 e o de 25 Novembro de 1975? Ah, esqueci-me. É novo e não sabe, mas a coisa conta-se de uma penada.

Mário Soares e Alegre, subiram ao Norte, a um encontro com Carlucci, para discutirem a melhor maneira de vender a Pátria ao “diabo” e, simultaneamente, liquidar um portentoso e hiperbólico golpe comunista. Pela estrada nacional nº 1, andaram, enquanto olhavam para as raparigas na berma, aguados, porque afinal, já naquela altura, a carne era fraca e velha, na “venda das raparigas”. E em Rio Maior, subiu o desejo a Soares de utilizar a moca para rachar as cabeças comunistas, acção que Carlucci, espantado, rubricou. E concluíram, os três, que nada melhor do que fazer baixar à capital a tralha fascista remanescente e pelo caminho, juntar os crédulos na “democracia”, num movimento que arreasse de vez os comunistas. À primeira, a coisa saiu mal, mas a 25 de Novembro de 1975, a coisa pegou, e Soares e Alegre livraram a Nação, de quase 800 anos, de uma ditadura comunista.
Para efeitos da escrita, admitamos que o “chorão”, foi um dos que desceu à capital a 28 Setembro e rejubilou com o golpe pela “democracia”, de 25 Novembro. Pois agora, é hora da História lhe perguntar, apesar de ainda não ter percebido que Soares, Alegre e a “democracia” lhe pregaram uma peta, se continua a acreditar ser possível, uma putativa ditadura comunista, nesta praça-forte da Europa e da NATO? Nunca pensou na coisa. Mas é bom que pense e que saiba, que o mixoalho se fodeu na complexidade das milongas do pai fundador da democracia.
Afinal, nem a “merdocracia” é democracia, nem os comunistas
desistem. E o legado de Soares e Alegre, é uma abantesma despojada de humanidade.

Vamos a isso!

Da cidadania

A cidadania pode-se exercer de várias formas. Não se esgota só no voto. Que não deveria servir só para manifestarmos um protesto, mas também para a manifestação de uma opinião sobre a sociedade que queremos construir.
As petições pelos nossos interesses e direitos também.
Assim, se ainda não assinou a petição pelo não pagamento de parqueamento pago no Hospital Distrital da Figueira da Foz ainda vai a tempo. É um direito nosso, das cerca de 250 mil almas abrangidas por aquela unidade de saúde. Tanto mais que se trata de uma execrável arbitrariedade.
Pode assinar clicando na foto do HDFF, na barra lateral do lado direito.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A ida aos mercados

Isto das televisões não quererem fazer a cobertura da campanha eleitoral para as autárquicas tem muito que se lhe diga. Pode induzir as pessoas em erro. Como aconteceu com o Samuel. No dia aprazado para a dita ida aos mercados, diz ele que foi espreitar e não viu ninguém.
 Mas esteve lá alguém, sim senhor. E posso provar, com esta foto de Pedro Agostinho da Cruz, que pelo menos o candidato do PSD à câmara da Figueira da Foz foi ao mercado. Não consegui foi saber se foi a mais do que um, mas pelo menos ao "Engenheiro Silva" foi, como se pode atestar. Ficou foi encoberto por melões.
 

Uma questão de opção


domingo, 22 de setembro de 2013

Encenações de putas

Augusto Alberto

Tântalo cumpriu o castigo destinado aos cruéis. Metido na lagoa, vê a água escoar quando intenta beber e vê fugir os frutos, quando intenta alcançá-los. E o “portuga”, que crueldade fez para ter de suportar tanto suplicio? Atente bem no quadro e perceba porque lhe foge o pão quando tem fome e a água quando tem sede.

I Governo Constitucional (PS)) – Mário Soares 
II Governo Constitucional (PS/CDS)
Mário Soares 
III Governo Constitucional (presidencial)
Nobre da Costa 
IV Governo Constitucional (PSD)
Mota Pinto 
- V Governo Constitucional (presidencial)
Lurdes Pintassilgo 
- VI Governo Constitucional (PSD, AD)  
Sá Carneiro

- VII Governo Constitucional (PSD, AD)
Pinto Balsemão 
- VIII Governo Constitucional (PSD, AD)  
Pinto Balsemão 
- IX Governo Constitucional (PS/PSD, bloco central)  
Mário Soares 
- X Governo Constitucional (PSD)  
Cavaco Silva 
XI Governo Constitucional (PSD)  
Cavaco Silva 
XII Governo Constitucional (PSD)  
Cavaco Silva 
XIII Governo Constitucional (PS)
António Guterres 
- XIV Governo Constitucional (PS)  
António Guterres 
XV Governo Constitucional (PSD, CDS)
Durão Barroso 
- XVI Governo Constitucional (PSD, CDS)  
Santana Lopes 
XVII Governo Constitucional (PS)   
José Sócrates 
XVIII Governo Constitucional (PS)  
José Sócrates
XIX Governo Constitucional
(PSD)  
Passos Coelho
XX Governo Constitucional
(algo entre as bichas para a sopa e a ostentação das bichas).
(PS/PPD/CDS).

Torcer o braço, dói, já sabemos. De todo o modo, insisto. Os dedos das duas mãos são demasiados para contabilizar as vezes em que Partido Socialista ou o Partido Social-democrata votaram contra o programa de governo ou as grandes opções do plano, quer se tratasse da responsabilidade de um governo do P.S ou do P.P.D. E acrescento, sugerindo aos complacentes militantes do Partido Socialista para deixarem cair a rábula do PEC-IV, (a maioria nunca lhe passou os olhos por cima, porque logo achariam o embuste). Queriam o deficit em 2014 com o valor de 1% do “pib” quando afinal, o “antoninho”, agora sugere 5%. Razão tem em vos chamar imberbes, aquele tipo da direita, reluzente neto do fascismo, com barba de arame farpado. Os nossos males não são coisa para serem resolvidos num disléxico “pec”, porque estão associados ao facto de toda essa gente acima descrita, à vez, ter derrubado de forma convicta e exaustiva, durante os 39 anos de “merdocracia”, as bases da nossa economia. É certo que de quando em vez, P.S e P.P.D. dão ar de zangados, mas na verdade, é só encenação de puta velha, porque ambos servem os mesmos senhores.

Mesmo assim continua céptico. Então, tenho de lhe gabar a resiliência. Lembro que após o dia 29 deste Setembro, haverá mais putices. Dias de cafune, de beijos e mais coisas de off shores e cama. 

Mais um contributo para a reflexão

sábado, 21 de setembro de 2013

É preciso muita lata


O charlatão que ocupa o cargo de primeiro-ministro defende que é preciso manter o rumo seguido. Atendendo que desde que o deixaram ocupar o cargo a dívida pública subiu para 132%, o PIB caiu 5,4%, o desemprego subiu para os 17%, o investimento caiu cerca de 20%, a situação social é calamitosa, onde iremos parar mantendo o rumo seguido?
Mais um caso para reflexão.

Reflexão antecipada

Há um dia especifico, chamado dia de reflexão, que, confesso, nunca entendi muito bem. Até porque penso que todos os dias são bons para reflectir. Neste caso particular temos quatro anos, quatro, para isso. Claro, se formos suficientemente inteligentes, ou sensíveis, para tal. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

E desta vez, vamos acertar?

Já não era sem tempo.

Mais uma arbitrariedade

O comissário político, ou representante governamental se preferirem, que exerce funções tipo administrador no Hospital Distrital da Figueira da Foz quer colocar parqueamento pago no parque do Hospital.
O comissário político, ou representante governamental se preferirem, não está lá para atender aos interesses e direitos quer  de utentes quer dos trabalhadores da unidade hospitalar. Está lá para servir os seus donos.
Daí não saber que os horários dos transportes públicos para aquela unidade hospitalar não coincidem quer com os horários de mudança de turnos, quer com os horários das consultas ou visitas. Como também não sabe que quer os utentes, visitantes e trabalhadores da unidade hospital pagam impostos e não tão poucos como isso. Também não sabe que as concessões para os transportes públicos são atribuídas pelos partidos do chamado "arco do poder" (não percebo esta expressão, mas sempre consegui utilizá-la) para as empresas se safarem sem terem em conta os direitos dos utentes.
Assim corre um abaixo-assinado contra o estacionamento pago no HDFF, que pode assinar aqui.
Claro que isto deverá resolver.
Mas o que resolvia mesmo era todo e qualquer comissário político levar uns tabefes de quando em vez. Quando o povo acordar, talvez.