Uma grande negociata para os grupos privados, e uma machadada, mais uma, no Serviço Nacional de Saúde. Aliás, uma política com resultados catastróficos noutros países.
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terça-feira, 17 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
MATERNIDADE ALFREDO DA COSTA
Inaugurada em 1932, a Maternidade Alfredo da Costa foi a primeira, em Lisboa, a ser concebida e construída de raiz.
Como até a besta que "exerce" o cargo de ministro da saúde (e estou em crer, também as que exercem os restantes cargos) sabe, é, de facto, um importante estabelecimento público de saúde. O seu encerramento será, assim, importante na estratégia da política em curso de liquidação do Serviço Nacional de Saúde.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Defender o SNS
Dia 14 de Abril, inserida na Marcha em defesa do SNS, promovida pela União de Sindicatos de Coimbra, uma concentração na rotunda dos HUC, pelas 15h00.
O Serviço Nacional de Saúde é uma das conquistas de Abril.
Sabendo que os 8 mil milhões de euros que já estão empenhados pelo Estado e pela Caixa Geral de Depósitos, no BPN chegariam para pagar durante 4 anos a comparticipação a 100% de todos os medicamentos receitados em ambulatório em todos os hospitais e centros de saúde há que lutar contra o aumento brutal das taxas moderadoras, dos medicamentos, contra o encerramento de serviços, centros e extensões de saúde.
Contra as políticas fascizantes, contra as tentativas de retrocesso ao 24 de Abril temos de exigir um SNS público, universal, geral e gratuito
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Abominável? É, pois
Eu penso que as declarações de Manuela Ferreira Leite são perfeitamente normais. Estão coerentes com o que ela, o partido dela e todo o resto da camarilha neo-liberal pensam e querem impor.
Mas então o que é que é abominável? Somente isto: que os seus apaniguados, que defendem exactamente o mesmo, venham dizer que ela não disse o que disse, segundo me apercebi numa daquelas voltinhas que eu dou pela blogosfera. Ou têm vergonha ou querem enganar quem?
Para os que me julgam sectário (e, se calhar com razão, já agora, porque para aturar estes néscios que nos desgovernam é preciso sei lá o quê), surpreendo-os com uma ajudinha aos fascistóides que não "perceberam" a senhora.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Nem as criancinhas escapam
O ataque ao Serviço Nacional de Saúde, bem como a outros direitos inalienáveis dos cidadãos, é total. Faz lembrar, salvaguardadas as devidas diferenças, qualquer coisa como solução final. Para o quê, acho que é de fácil entendimento.
Quando estes indigentes que desgovernam, vendem, oferecem, a troco de algumas benesses, o país, dizem, como o suposto ministro da saúde que deseja um SNS forte, é lógico que querem dizer exactamente o contrário.
É como a antiga propaganda dos seus "papás", aquela que espalhava aos quatro ventos que os comunistas comem criancinhas ao pequeno-almoço.
Isto a propósito do que se passa em vários hospitais, de crianças terem de ir aos estrangeiro para serem operadas. Há, até, a notícia de que faleceu um bebé que esperava um transplante que deixou de fazer em Portugal.
Vem tudo isto a propósito do que se passa com o HDFF e ainda com o Hospital Pediátrico do Barreiro.
E outros, por aí fora.
É que devemos pensar seriamente que tudo isto deveria ter limites.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Defender o Hospital Distrital da Figueira da Foz
Um grupo de cidadãos elegeu uma comissão para defender o Hospital Distrital da Figueira da Foz contra a perspectiva de perda de valências.
Integram a comissão Paulo Dâmaso, vocalista da banda "Cães Danados", Nelson Fernandes, deputado à Assembleia Municipal pela CDU, Pedro Rosa, cordenador da União de Sindicatos da Figueira da Foz, e Susana Pires, Cláudia Baptista, Adagildo Carvalho e Lucinda Saboga.
Entre outras iniciativas, foi aprovado, por unanimidade, um manifesto, que pode ler aqui, num blogue criado exclusivamente para a divulgação das acções da referida comissão.
modalidades:
Figueira da Foz,
Saúde
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
É o direito à vida, estúpidos!*
Mandantes (grande capital e grupos económicos) arrogantes e pesporrentos, executantes (Presidente da República, governo e seus apoiantes) diligentes e servis, políticos e politólogos, analistas e comentadores, economistas e jornalistas, todos defensores do pensamento único, mais ou menos neoliberal, com presença assegurada na comunicação social dominante, afirmam que não há dinheiro para o Serviço Nacional de Saúde.
«Em 2010, pelo menos 45 mil pessoas morreram nos EUA por incapacidade de acesso a assistência médica.».
E em Portugal?
Paulo Macedo, ministro da saúde (???) afirma, sem ponta de vergonha, que o Governo vai cortar mais de 1000 milhões de euros no orçamento da saúde e que consegue fazer o mesmo e garantir a mesma qualidade no Serviço Nacional de Saúde. Como é óbvio não só não consegue, como põe em causa o acesso aos cuidados de saúde a milhões de portugueses.
Reduzir o valor da vida humana a um número é um crime. Sejamos claros e frontais: estas políticas na saúde vão-se traduzir, inevitavelmente, em MORTES.
Como criminosas e execráveis são as propostas que alguns trogloditas apresentaram de fornecer medicamentos fora de prazo aos «pobrezinhos». E de dispensar a fiscalização das condições de higiene e saúde da alimentação em lares e creches.
É o direito à vida, estúpidos!
* Em 1992 Bush (pai) parecia imbatível. Porém, Bill Clinton venceu as eleições ajudado por uma frase que ficou nos anais: «É a economia, estúpido!»
Post total e conscientemente copiado de O Castendo
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