Esta besta diz que os portugueses têm de abandonar "complexo de pequenez". Não faço ideia se o tipo tem noção, mas eu já há muito defendo que ele é um dos que tem de ser julgado pelo TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL. Desde o seu primeiro crime contra a Humanidade, imaginem.
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Filomena Franco na Naval
(Foto: Augusto Alberto, em Pequim/08)
A atleta da selecção paraolímpica de Remo, Filomena Franco, vai representar a Associação Naval 1º de Maio, anunciou o site oficial do clube.
Treinada por Augusto Alberto, Filomena está já apurada para os jogos de Londres, os seus segundos, depois do 11º lugar em Pequim. Em 2011 a atleta obteve o 8º lugar nos mundiais na Eslovénia que lhe garantiram a presença em Londres, e um 4º lugar na Taça do Mundo.
A Associação Naval 1º de Maio levará assim dois atletas à capital britânica, depois do apuramento do atirador João Costa.
Em Cuba? Na Venezuela? Não, foi em Lisboa, ontem
Seria uma ironia a roçar o humor negro dar os parabéns ao PSD, ao PS, ao CDS ou à UGT pelo tipo de liberdade e democracia que defendem, mas não chego a tanto. Mandava-os era para um certo sítio, a eles e a quem neles votou. Mas também não vou perder tempo com isso.
modalidades:
Fotografia,
Trabalho
quinta-feira, 22 de março de 2012
A besta nazi está de volta????
Acabo de ouvir bestas do PSD dizerem que o medo está na cabeça dos comunistas. Claro que temos medo, seus cabrões. Como alguém já disse,"um homem que não tem medo não é homem nem é nada". Mas é a honra, filhos da puta, é a honra, que vence o medo.
Porque no mesmo serviço noticioso também ouço que não se limitaram a atacar trabalhadores portugueses, que também uma fotojornalista da France Press levou na corneta.
Gostaria de saber porquê, porque não deve ser por estar a soldo de Moscovo... penso eu de que.
modalidades:
Terrorismo,
Trabalho
A greve: eu estive lá
Agora que não me apareça o Javi Garcia pela frente, pois, como sabem, eu sou "leão".
Agora, fora de brincadeiras, uma palavra de apreço para os agentes da autoridade. Portaram-se com dignidade, com civismo, ou seja, de acordo com as regras democráticas. Em última análise, tivemos a sorte que outros camaradas, pelo menos a avaliar pelas notícias, não tiveram.
Agora, fora de brincadeiras, uma palavra de apreço para os agentes da autoridade. Portaram-se com dignidade, com civismo, ou seja, de acordo com as regras democráticas. Em última análise, tivemos a sorte que outros camaradas, pelo menos a avaliar pelas notícias, não tiveram.
Hoje é dia de greve
Antes de me juntar ao meu piquete de greve, já é tempo de constatar que a avaliar pelos primeiros resultados, os trabalhadores não deixam os seus créditos por mãos alheias, e sabem que se não forem eles a lutar ninguém o fará por eles.
Além de uma luta pelos direitos que são nossos esta greve é também uma luta pela dignidade de um povo que não pode permitir que o seu país viva de joelhos.
Para continuar a seguir os resultados da greve clique aqui.
O fascismo anda por ai
Augusto Alberto
É possível que o terror e um novo modo de inquisição estejam a ganhar maior dianteira? É possível, sim. Vejamos: a cada alteração das leis do trabalho, os trabalhadores ficam mais expostos a novos modos de terror social, disse o insuspeito director geral para as condições do trabalho. E António Borges, príncipe do pensamento liberal, não vê incompatibilidade entre tarefas de gestão no grupo Jerónimo Martins e as tarefas de presidente da comissão de acompanhamento das privatizações.
De qualquer modo a incompatibilidade existe, caro cidadão, se foi emigrante e recebe desse período uma pequena pensão a que soma outra pequena pensão a que honradamente tem direito, depois de anos de trabalho em Portugal. Por isso, se uma dessas pensões lhe for retirada, sem apelo, saiba que foi vítima de terrorismo administrativo. Mas como vê, o mesmo principio não se aplica ao Borges.
E em França, um louco, minado por rábulas racistas e inquisitórias, resolveu atirar sobre quem é judeu ou muçulmano. E agora convêm perguntar: Quem usa esses discursos inquisitoriais? Progressistas e Comunistas? Não! Para cá da direita caceteira, o próprio presidente Sarkozy, que para além de concubinagem com traficantes de armas, agora, após torcer o carácter, chora lágrimas de jacaré.
E vem aí o mundo em que os electrodomésticos que usamos, as roupas que vestimos, os talheres com que comemos e tudo o resto, pode ser identificado e localizado através de uma ligação à rede. David Petraeus, director da CIA, rejubila com os benefícios para a espionagem desta verdadeira revolução. Com efeito, os amados filhos de David, vão conceder a possibilidade de o homem comum recuar languidamente à escravatura e ao chicote. Contudo, se presume que tendo um popó, basta para fazer de si um homem livre, então veja como caracteriza o mundo um dos muitos pensadores que matutam sobre a vida e a espaços publicam umas coisas. Está em marcha uma sociedade ecofascista e ecototalitária.
Se fascismo é a ditadura terrorista do grande capital, é de aceitar, sim senhor, que o fascismo anda por ai.
modalidades:
Crónicas em desalinho
quarta-feira, 21 de março de 2012
Já somos dois...
Nem é tão raro como isso, mas desta vez estou mesmo totalmente de acordo com o meu amigo Agostinho.
É que, como gostamos de imitar as pessoas de bem, nunca poderíamos estar de acordo com o PREC (Programa Retrógrado de Empobrecimento em Curso).
Amanhã temos uma boa oportunidade para responder ao bando de néscios que estão à frente dos destinos do país.
terça-feira, 20 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Atletismo de luto: morreu António Leitão
Um dos grandes atletas nacionais, medalha de bronze nos 5000 metros nos Jogos Olímpicos de Los Angeles/84 e ainda detentor do record nacional dos 3000 metros, António Leitão faleceu hoje, aos 51 anos.
É uma grande perda para o Atletismo e para o desporto português.
Acidental ocidente
Augusto Alberto
O mundo ocidental tem a mania de que é pai e mãe da democracia que conhecemos e, por isso, acha que o resto tem de ser uma cópia. Contudo, muitos dos ocidentais cabeçudos deveriam fazer quanto antes uma surtida ao professor Karamba, para exorcizar pecados. Porque à medida que os vamos conhecendo, vamos percebendo que estamos perante figurinhas acossadas pela mais calamitosa e odiosa pérfida e por isso, pouco recomendáveis. Falo desse rapaz pequenino, talvez dançarino e por ventura velhaco, que se chama Nicolas Sarkozy. Que continua a manter concubinagem com Ziad Takieddine, traficante de armas, que já em 2007 lhe suportou a campanha que o levou ao Eliseu.
Não sei se este Takieddine é o mesmo traficante que há um bom par de anos, à pergunta “não lhe causa remorsos o facto de muitos meninos morrerem por causa das armas que negoceia e trafica?”, deu resposta canalha: “Isso faz parte das regras do jogo”.
De todo o modo, sendo ou não, nada muda. Sarkozy, para usar uma linguagem enfática, é um sabujo e o tal Takieddine, filho da puta é. É evidente que o mundo ocidental é uma colossal soma de hipocrisia. É fácil de ver. Fossem os meninos belgas que morreram, inoportunamente, no túnel da Suíça, meninos do Burquina Faso ou do Sudão, que são massacrados por armas desse Takieddine, morreriam no esquecimento. Aliás, como vai sendo esquecida a aceleração da morte dos idosos em Portugal, na conjugação da fome, pouca comodidade, (é no que dá as criminosas rendas da EDP), e escassez de meios para tratar a doença.
Por isso, desafio a TV pública a colocar, também, um chorrilho de repórteres especiais, à porta do nosso Presidente da República, do nosso 1º Primeiro e do Ministro da Saúde, filho bastardo dos Melos, para que tenham a oportunidade de nos explicar porque se morre tanto em Portugal. Dirão desapiedadamente: é o bicho. Bem sei que esse bicho parasita sempre a morte no lado errado. É uma pena! De todo o modo, isto é o acidental ocidente.
modalidades:
Crónicas em desalinho
sábado, 17 de março de 2012
O Mercado Engenheiro Silva e um tal de QREN
Hoje realiza-se uma Assembleia Geral da Associação dos Comerciantes do Mercado Engenheiro Silva, pelas 15h30 no Auditório do Museu Municipal dr. Santos Rocha.
A propósito lembro-me que não fiquei muito bem elucidado com as maquetas, em 3 dimensões, imagine-se, quer do plano de requalificação da zona envolvente do Forte de Santa Catarina, quer das putativas obras do referido mercado.
Está bem que foram apresentadas com pompa e circunstância, mas que são obras que deixam muito a desejar, lá isso são. O que me faz pensar que não passam de espectáculo. Tanto mais que a cidade tem mesmo outras necessidades, muito mais prementes, mas não darão tanto nas vistas. E, sejamos realistas, o espectáculo, com pompa e circunstância é que dá votos, infelizmente.
Agora o que se passa com o mercado é mais uma coisa dúbia que outra coisa. Porque as obras de melhoramento são passíveis de se fazerem com ele a funcionar, não percebendo a preocupação do seu funcionamento ser transferido para umas estruturas provisórias.
E sabendo o que se passa com os dinheiros do QREN, com as indecisões da cambada de incompetentes que desgovernam o país é legítimo pensar que tudo isto não passa de “folclore”.
Mas como os tempos de crise sempre foram uma óptima abertura para oportunistas, especuladores e toda a camarilha adjacente, os concessionários do mercado fazem bem não andarem distraídos. Pode mesmo o mercado estar a ser pasto das garras dos primeiros.
Importante é os cidadãos, todos, também não se deixarem “endrominar”. A perda do mercado seria um revés cultural, social e económico.
modalidades:
Mercado Engº Silva
sexta-feira, 16 de março de 2012
Coitados dos "bifes"
Tenho de me confessar surpreendido com a vitória do meu Sporting sobre o Manchester City. É que não estava mesmo à espera, mesmo considerando que o factor surpresa não terá sido alheio ao feito, uma vez que os futebolistas da equipa britânica desconheciam os futebolistas da equipa lusa.
Mas, embora não apague o feito dos "leões", quem comeu verdadeiramente os "bifes" foi um benfiquista, e à Benfica, "comme il faut".
quinta-feira, 15 de março de 2012
GREVE GERAL: algumas razões para
As consequências da política de colaboracionismo e capitulacionismo perante o capital internacional - leia-se troika - são funestas para o país e estão a conduzi-lo para o abismo.
Vejamos:
- O desemprego e sub-emprego atingem hoje 20% da população activa. Quase meio milhão é jovem;
- O custo de vida aumenta, mas os salários diminuem;
- 400 mil trabalhadores que auferem o ordenado mínimo, têm um salário líquido de 432 euros, abaixo do limiar da pobreza (434);
- 2,7 milhões de portugueses vivem abaixo do limiar da pobreza e em situação de exclusão social.
- A recessão económica é cada vez mais profunda, o investimento produtivo está parado;
- As privatizações estão a liquidar o que resta do património público;
- As desigualdades agravaram-se e Portugal é hoje o país mais desigual da União Europeia.
Enquanto isso, os grandes grupos económicos e financeiros continuam a acumular e a centralizar a riqueza, com os lucros líquidos das 20 empresas cotadas em bolsa, entre 2009 e 2011, a atingirem 20,6 mil milhões de euros, passando ao lado da crise.
Por tudo isso a greve do próximo dia 22 é um acto patriótico.
São precisas mais razões? Ah, sim, ainda mais uma: nenhuma das medidas tomadas pelo governo-regente vai no sentido de resolver seja o que for. A marca da sua política de classe está bem patente no ataque às funções sociais do Estado na Saúde, educação ou Segurança Social.
E urge mudar as coisas, enquanto é tempo.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Síndroma de Mamede
Augusto Alberto
Fernando Mamede foi um colossal atleta de rendimento, mas falhou, invariavelmente, como atleta de alta competição. Por uma vez, individualmente, conseguiu uma medalha de bronze num Campeonato do Mundo de corta-mato.
Contudo, fica para a história o estupendo recorde do Mundo na distância de 10.000 metros , com um tempo de 27’ 13” 81, obtido no dia 2 de Julho/1984, em Estocolmo. Esse recorde durou 5 anos e foi o ponto alto de uma carreira que teve o seu ocaso e epilogo nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, nesse mesmo ano de 1984.
Fernando Mamede teve o condão de mobilizar milhares de portugueses, para uma longa noite, com hora apontada às 5 da madrugada. Foram longas horas de convívio, à volta de umas azeitonas, uns nacos de chouriço, queijo, pastéis de bacalhau, e umas garrafas de tinto e branco, na fiel esperança de ver subir Mamede e a bandeira das quinas ao ponto mais alto do pódio e do mastro.
Para remate final, o superior gozo de ouvir a Portuguesa, nunca ouvida nestes fenomenais momentos. Mas Mamede, logo após o tiro de partida, refugiou-se na cauda do pelotão e, passadas poucas voltas, sucedeu o óbvio. Encovado e assustado, lavado em cansaço, virou à direita do corredor de competição e sumiu derrotado. O país ficou em pranto, porque o homem que nos desafiou, pela última vez, cedeu à sua síndroma. Sabe-se que os momentos pré competitivos podem dilacerar. Mamede não foi o último.
Cavaco Silva segue-o. Sim, esse. Quando é preciso que se agigante, que dê uma nota superlativa, dá-lhe também para as tremuras. Enrola-se em insónias. Sobe-lhe a temperatura e o suor deixa-lhe a pele viscosa. A boca seca e as mãos que agarram a caneta e marcam as ideias com o teclado no computador, tornam-se titubeantes. Obliterado o discernimento, a síndroma de Mamede faz nova vítima. Cavaco torna-se um simples, capaz, só, tal como Mamede, de ganhar quando sabe que à competição só vão os mais fracos.
De todo o modo, há uma diferença entre Cavaco e Mamede, com crédito para o segundo: Mamede foi uma excepcional máquina humana.
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Crónicas em desalinho
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